
O mais interessante é que todo o processo funcionou sem produzir grandes quantidades de metano, um subproduto indesejado do processo catalítico tradicional, que usa partículas de ferro de grandes dimensões.
A nanotecnologia, que envolve a concepção e a fabricação desse material é uma área em rápida expansão, com aplicações em medicina, eletrônica e revestimentos. Porém, existem alguns pontos polêmicos quanto à sua sustentabilidade, sendo uma delas de que a produção de biocombustíveis também pode aumentar as emissões de carbono, especialmente se as florestas tropicais são derrubadas para facilitar a produção.
A pesquisa publicada recentemente na revista Science, divulgou que está ainda em fase inicial. Ela agora exige testes em maior escala e projetos-piloto, por isso deve demorar para chegar ao mercado .
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