quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Como controlar o pensamento

Disciplina do Pensamento, Domínio do Pensamento Sente-se confortavelmente numa cadeira ou deite-se num divã. Relaxe todo o corpo, feche os olhos durante cinco minutos e observe o curso dos pensamentos que você tenta fixar. No início irá perceber que uma grande quantidade desses pensamentos precipitar-se-ão em sua mente, na sua maioria pensamentos relativos a coisas e situações do dia-a-dia, às suas atividades profissionais, suas preocupações em geral. Imagine-se na posição de um observador silencioso, totalmente livre e independente. Conforme o estado de ânimo e a situação em que você se encontrar no momento, esse exercício será mais ou menos difícil de realizar. Não se trata de perder o curso do pensamento ou de esquece-lo, mas de acompanhá-lo com atenção. Devemos sobretudo evitar pegar no sono durante o exercício. Ao nos sentirmos cansados, devemos interromper o exercício imediatamente e adiá-lo para uma outra ocasião, quando então assumiremos o compromisso de não nos deixarmos dominar pelo cansaço. Para não perder o seu tempo precioso, os indianos, por exemplo, borrifaram ou esfregam água fria no rosto e no peito, e assim conseguem permanecer despertos. Algumas respirações profundas antes do exercício também eliminam e previnem o cansaço e a sonolência. Com o tempo, o aprendiz descobrirá por si mesmo essas e outras pequenas medidas auxiliares. Esse exercício de controle de pensamento deverá ser feito de manhã e de noite, e a cada dias do seu tempo deverá ser prolongado em um minuto, para que em uma semana possamos acompanhar e controlar o curso de nossos pensamentos por no máximo dez minutos sem nos dispersamos. Esse período de tempo foi determinado para o homem mediano, comum. Quem achá-lo insuficiente pode prolongá-lo de acordo com a própria avaliação. De qualquer modo deve-se avançar com prudência, pois não há motivos para pressa; em cada pessoa o desenvolvimento ocorre de forma bastante individual. Mas não se deve de jeito nenhum seguir adiante antes de dominar o exercício anterior. O aprendiz atencioso perceberá como inicialmente os pensamentos irão sobressaltá-lo, passando por sua mente em grande velocidade e dificultando a sua captação. Mas de um exercício a outro ele constatará que o caos inicial irá desaparecendo aos poucos e eles ficarão mais ordenados, até que só uns poucos surgirão na sua mente como que vindos de muito longe. Devemos dedicar a máxima atenção a esse trabalho de controle do pensamento, pois ele é extremamente importante para a evolução mágica, o que mais tarde se evidenciará por si mesmo. Pressupondo-se que o exercício em questão foi suficientemente elaborado e que todos já conseguem dominar a sua prática, podemos prosseguir com mais uma instrução mental. Já aprendemos a controlar nossos pensamentos. O exercício seguinte consiste em não permitir que pensamentos insistentes e indesejados aflorem em nossas mentes. Por exemplo, ao retornarmos à nossa vida privada e familiar, devemos estar em condições de evitar as preocupações ligadas ao nosso trabalho profissional. Todos os pensamentos que não pertencem à nossa vida privada devem ser desligados, e devemos imediatamente nos transformar em outras pessoas. E vice-versa, na nossa atividade profissional devemos direcionar nossos pensamentos exclusivamente ao trabalho e não permitir que se desviem para outros locais, como o ambiente doméstico ou privativo, ou qualquer outro. Isso deve ser exercitado até transformar-se num hábito. Devemos sobretudo habituar-nos a executar nossas tarefas, no trabalho ou na vida privada, com a máxima consciência, sem levar em conta o fato de se tratar de algo grande, importante, ou de uma coisa insignificante, pequena. Esse exercício deve ser cultivado ao longo de toda vida, pois aguça a mente e fortaleça a memória e a consciência. Depois de obtermos uma certa prática na execução desse exercício, podemos passar ao próximo, que consiste em fixar uma única idéia por um certo período de tempo, e reprimir com firmeza outros pensamentos que vêm se ajustar a ela na mente, com violentos sobressaltos. Escolha um pensamento ou uma idéia qualquer de sua preferência, ou então uma imagem. Fixe-a com toda a força, e rejeite energicamente todos os outros pensamentos não tenham nada a ver com os do exercício. No início, você só conseguirá fazer isso por alguns segundos, e posteriormente, por alguns minutos. Você tem que conseguir fixar um único pensamento e acompanhá-lo por no mínimo dez minutos seguidos. Se for bem sucedido em seu intento, estará maduro para mais um exercício, que consistirá no aprendizado do esvaziamento total da mente. Deite-se confortavelmente num sofá ou numa cama, ou então sobre uma cadeira reclinável, e relaxe o corpo inteiro. Feche os olhos. Rejeite energicamente todos os pensamentos emergentes. Em sua mente não deve haver nada, somente o vazio total. Fixe esse estado de vazio total, sem desviar ou se distrair. No início você só conseguirá manter isso durante alguns segundos, mas exercitando-se constantemente conseguirá um melhor desempenho. O objetivo do exercício será alcançado quando você conseguir manter-se nesse estado durante dez minutos completos, sem se distrair ou adormecer. Seus sucessos, fracassos, tempo de duração dos exercícios e eventuais perturbações deverão ser anotados cuidadosamente num diário mágico. Esse diário servirá para o controle pessoal de sua escalada. Quando mais consciencioso você for na consecução dos exercícios aqui descritos, tanto melhor será a sua assimilação dos restantes. Elabore um plano preciso de trabalho para a semana entrante ou para o dia seguinte. E principalmente, cultive a autocrítica.

CIvilização e Loucura

Por exemplo, o naturalista Alexandre von Humboldt, em sua viagem às regiões tropicais da América, teria ficado surpreso com a ausência de doentes mentais entre os selvagens. Em outro exemplo, o médico encarregado da remoção dos índios Cherokee às reservas índias, tendo observado mais de 20 mil índios, afirmou nunca tinha visto ou mesmo ouvido falar de um caso de insanidade entre os Cherokees. Acreditava-se também que a insanidade era rara entre os africanos e chineses e que as pessoas nativas no Pacífico Sul também eram isentas de insanidade. O Capitão Wilkes, o comandante da "Expedição Exploradora dos Estados Unidos", relatou que durante todas as suas viagens aos mares do sul jamais havia visto qualquer caso de insanidade entre as pessoas daquela região. Doença Mental em Nativos Contudo, a idéia de ausência completa de doença mental entre os primitivos não seria mantida. Ao longo do século XIX e paralelamente à expansão do colonialismo inglês, francês e alemão, os alienistas das colônias começaram a perceber melhor os contrastes entre pacientes vistos lá e aqueles visto na Europa. Eles começaram a descobrir doenças mentais que eram restritas a povos primitivos, tais como o amok e o latah, entre os nativos de Java; koro, entre os chineses em Java; o myriath, na Sibéria, piblokto entre os esquimós, etc. Assim, nasceu uma nova abordagem, a assim chamada "psiquiatria cultural do exótico", a qual evoluiu até o presente conceito de síndrome delimitada pela cultura ( "culture-delimited syndrome"). Na mesma época, começava a crescer também o interesse de alguns psiquiatras europeus em demonstrar que as doenças clássicas descritas por eles, tais como a esquizofrenia, eram universais e não limitadas geograficamente à Europa. Pela primeira vez, o pensamento psiquiátrico buscava fora do seu berço de nascimento uma prova para o valor universal de suas categorias de doença mental. O grande psiquiatra Emil Kraepelin foi um dos primeiros a fazer extensas viagens ao Oriente e examinar pacientes psicóticos entre povos primitivos, tais como na ilha de Java. Finalmente, durante o século da expansão dos grandes impérios, passou a predominar a idéia que a civilização tinha um efeito nocivo sobre a saúde mental do assim chamado "primitivo". A introdução do álcool nas culturas nativas foi considerado como um dos principais elementos na destruição de tribos indígenas americanas. E por que? Racismo e o Cérebro do Nativo Desde a metade do século XIX, as teorias casuais sobre a doença mental oscilavam entre as visões orgânicas e as psicopatológicas. As idéias orgânicas predominavam, marcadas principalmente, pela teoria da degeneração do cérebro. Em consonância com a "mitologia do cérebro" da época, chegou-se à idéia de que o cérebro do nativo era mais primitivo que o do europeu e que ele se assemelhava ao cérebro de uma criança, ou, ainda, que eles manifestavam um inferioridade cerebral inata, inerente à raça, o que os tornava iguais aos mais inferiores degenerados da Europa. Além da idéia de que pessoas nativas nas colônias européias tinham cérebros mais primitivos que os europeus, a tese que negros tinham um cérebro anatomicamente mais primitivo que os brancos cresceu em torno do século. Pensava-se que os negros tinham o cérebro com lobos frontais diminuídos os quais poderia explicar o fato de ter "faculdades mentais inferiores como cheiro, habilidade manual, sensação corporal e melodia", enquanto que os brancos, por outro lado, tinham desenvolvido faculdades mentais mais elevadas, como o auto-controle, ambição, senso ético e estético e razão". O crescimento da associação entre a psiquiatria orgânica e o racismo no colonialismo europeu e nas ideologias discriminatórias das classes americanas dominantes transformou o selvagem e o negro, de donos de personalidade simples e exóticas, em portadores de um cérebro primitivo e grosseiro. Surpreendentemente, este viés no pensamento psiquiátrico, mesmo sendo grosseiramente racista e etnocêntrico, foi defendido até poucas décadas atrás, principalmente nas idéias de psiquiatras trabalhando nas colônias inglesas e francesas da África. A idéias de que os indígenas nativos eram especialmente vulneráveis aos efeitos da civilização - dado que o seu cérebro mais primitivo não resistiria aos efeitos prejudiciais de um tipo mais desenvolvido de sociedade - predominou entre os alienistas norte e sul americanos. Nos Estados Unidos, muitos autores tentaram mostrar que o suposto aumento da doença mental entre negros após a abolição da escravidão tinha a ver com a falta de preparação da vida dos afroamericanos em uma sociedade "livre e civilizada". Mais uma vez, não era a dinâmica histórica ou social que produzia relações desiguais entre homens e certos grupos sociais jogados em condições de vida sub-humanas, mas sim a "fraqueza cerebral constitucional" destes grupos que os tornava presa fácil da a miséria e da insanidade. O neurologista e psiquiatra Harry R. Hummer, o superintendente do único sanatório exclusivo para índios americanos nos EUA, em Dakota do Sul, fez o primeiro estudo sistemático sobre doença mental entre índios americanos. Para ele, ainda que, geralmente os sintomas e tipos de distúrbios eram similares entre índios e brancos, entre os índios havia casos predominantes de descontrole, com extrema agressividade e homicídios. Deste modo, gradualmente, o pensamento psiquiátrico cultural consolidou a idéia de que cada vez que o nativo é confrontado com sofrimento, perda e frustração, sua tendência imediata é reagir de uma forma infantil, histérica e impulsiva, ao invés de desenvolver sintomas depressivos mais profundos. Talvez a idéia predominante na psicopatologia cultural desde a virada do século seja que os sintomas dos nativos são menos diferenciados e elaborados, mais rudes, confusos, desorganizados e pobres em conteúdo. Curiosamente, os autores em geral não fazem qualquer referência às suas limitações linguísticas e à dificuldade de acesso aos valores e costumes de pessoas estudadas. A maioria dos pesquisadores neste período quase sempre não dominava a linguagem dos pacientes estudados e sequer conhecia suficientemente seus valores culturais e símbolos. A psiquiatria do colonizador foi baseada em ver, e não ouvir, produzindo então, uma psicopatologia do comportamento externo e não do discurso do paciente e de seu sofrimento subjetivo. Além disto, mesmo sabendo que, devido às precárias condições de atenção psiquiátrica e escassez de leitos e médicos, somente os casos mais sérios, predominantemente a agressividade, recebiam cuidados psiquiátricos. O alienista branco se restringia às primeiras impressões aparentes, e, assim, generalizava a idéia que a insanidade em nativos era fundamentalmente mais impulsiva e agressiva do que nos cristãos brancos. Conclusão Não é absurdo pensar que o "louco selvagem" funcionaria como uma mancha de Rorschach na qual o imaginário ocidental "projeta" sem pudor as suas fantasias, seus temores, seu racismo e preconceitos etnocêntricos. Os inícios da etnopsiquiatria revelam, frequentemente, apenas uma sombra deformada do homem exótico e seu adoecimento psíquico. A lente que o branco civilizado utiliza deforma profundamente seu objeto, tanto por necessidades e interesses políticos e ideológicos, como pela pregnância de noções étnicas profundamente arraigadas no pensamento ocidental. Paulo Dalgalarrondo, MD, PhD. Professor de Psiquiatria da Faculdade de Ciências Médicas da UNICAMP. Mestrado sobre unidade de internação psiquiátrica em hospitais gerais (1990) pela Faculdade de Ciências Médicas da UNICAMP, doutorado sobre neuroimagem e neuropsicologia das psicoses funcionais (1990) pela Universidade de Heidelberg, no ZISG-Mannheim, Alemanha. Atualmente realiza pesquisas e orienta teses nas áreas de psiquiatria cultural, psicopatologia e neuropsiquiatria. Autor de Civilização e Loucura. Uma Introdução à História da Etnopsiquiatria, Editora Lemos, 1997. (Campinas, Brasil) A idéia que insanidade é rara entre os povos primitivos e que ela tende a aumentar em proporção ao processo civilizatório surgiu pela primeira vez no século XIX. Psiquiatras importantes daquela época defenderam a idéia que existiria uma íntima relação entre civilização e doença mental. A idéia do "bom selvagem", proposta pelo filósofo e reformador francês Russeau, ainda era forte.

11 de setembro, dia da mentira

Mesmo passados mais de dez anos, ainda é muito difícil enxergar acima da nuvem de medo que a tragédia do World Trade Center levantou, mas as consequências deste evento para o mundo são tão fortes ainda hoje que é nosso dever ao menos tentar. As opiniões variam entre os extremos das mais absurdas teorias da conspiração à passiva aceitação de tudo o que a mídia fala. Talvez a verdade esteja no meio do caminho, pois embora nenhum dos pesquisadores independentes saibam o que realmente aconteceu, qualquer pessoa razoável pode perceber facilmente dezenas de inconsistências na história oficial contada pelo governo americano. Proponho assim que o leitor me acompanhe a um exame objetivo dos fatos desta data que de tão importante, segundo alguns, inaugurou o século XXI. Mas Por Quê Este Assunto Seria Relevante Nos Dias de Hoje? Já se passaram mais de dez anos dos atentados e com eles todo o hype de se falar no assunto. As pessoas que ainda insistem em uma investigação séria entram para o grupo dos paranóicos, dos loucos ou desocupados. Os mortos já foram sepultados, as piadas já foram feitas, o tempo passou e as feridas cicatrizaram. Mas uma coisa permanece. Não falo das mudanças do sistema financeiro, da segurança em aeroportos, dos outros ataques que este parece ter gerado e sim de algo mais básico, o respeito pela sua inteligência e pelos seus direitos. Independente do que possa ou não ter acontecido, os pontos que levantaremos deixa algo patente: alguém tinha um objetivo, algo foi feito para se alcançar esse objetivo e neste processos seus direitos de ser humano básico foram ignorados. Independente de quem possa ser esse alguém, direitos humanos foram atropelados, contas bancárias reviradas, privacidade se tornou sinônimo de tabu. O trabalho e vidas de milhares de pessoas foram descartados, deixados de lado e jogados fora. Felizmente é muito provavel que você não tenha sido uma dessas pessoas, mas isso não significa que não venha a ser. O mais assustador é que, lendo este texto, percebemos que vivemos em uma ilusão muito assustadora. Acreditamos que o governo é eletio por nós, e recebe de nós um salário para nos governar, para gerir o país, para tomar decisões. Acreditamos que nós pagamos um exército e uma força policial federal para nos proteger de pessoas e coisas que atentem contra nossas vidas, nossa liberdade, nossa família. Acreditamos que nós todos fazemos parte de algo chamado pátria, que trabalhamos não apenas para realizar tarefas, mas para garantir qualidade de vida para nós no presente e construirmos uma vida no futuro quando não pudermos mais trabalhar. Acreditamos que existem pessoas ruins e más, e que por mais erros que já tenhamos causado nesta vida somos essencialmente pessoas que estão do lado correto do bem Vs mal, e seremos protegidos desses monstros. Agora você consegue ainda acreditar nisso quando vê que tudo isso não passa de mentira no maior modelo político, econômico e bélico do mundo? Consegue acreditar nisso quando paramos para tentar enxergar o grande esquema das coisas e vemos que você não passa de um número que pode ser descartado? Que apesar de termos jornalistas e meios de comunicação aparentemente livres isso não influencia nada em sua participação em sua pátria já que te tratam feito um idiota e não lhe dão mais satisfação de nada, apenas te empurrando o que julgam ser o suficiente para você calar a boca? Esta revisão dos fatos é importante hoje porque estamos afastados do evento, esse afastamento de mais de dez anos nos ajuda a não deixarmos nosso lado afetivo afetar nosso julgamento. Nos permite analizar friamente o que um governo é capaz de fazer quando tem um objetivo próprio para atingir. Nos permite analisar no mundo de hoje, qual a nossa real importância como seres humanos - nenhuma. Aqueles que acreditamos trabalhar para nós nos fazem de gato e sapato. E calados, mostramos como a idiotice pode ser usada por nós como um diferencial positivo: eu não acredito nessas besteiras, são coisas de malucos! Isso simplesmente pode ser traduzido como: eu nunca vou conseguir reagir contra algo tão maior do que eu, a ignorância é uma bênção! Uma bênção até os escombros começarem a cair no seu quintal e você se tornar uma casualidade. Pense com cuidado. Como fazer Zumbis e influenciar os impressionáveis Não se impressione com o título acima, apenas continuae lendo. No dia 11 de setembro de 2001 os Estados Unidos foram vítimas de uma série de ataques. Os meios de comunicação do mundo todo foram velozes em comunicar que naquela manhã de terça-feira 4 aviões comerciais haviam sido sequestrados por terroristas. Dois deles, o vôo 11 da American Airlines e o vôo 175 da United Airlines se colidiram contra alvos em Nova Iorque, as Torres Gêmeas do World Trade Center. Outro vôo, o 77 da American Airlines foi atirado contra o Pentágono, em Virginia. O quarto avião, o vôo 93 da United Airlines teria como objetivo o capitólio americano em Whashington, mas não atingiu seu alvo pois caiu assim que os passageiros reagiram tentando tomar o controle dos sequestradores. Naquele dia morreram mais de 3000 pessoas, incluindo os 227 passageiros dos aviões. No momento dos atentados não havia como saber o que estava de fato acontecendo, tudo o que se tinha eram notícias da mídia. Imagens na televisão e suposições de pessoas engajadas em tentar entender o que era aquilo. Logo começaram a surgir explicações dos órgãos responsáveis, mas curiosamente essas explicações eram obviamente bizarras e inconsistentes, muito vagas. De passaportes que teriam sobrevivido a uma explosão capaz de derrubar torres de aço e concreto a destroços de aviões que misteriosamente desapareciam do local do acidente, como se evaporassem no ar. Logo de cara coisas óbvias começaram a chamar a atenção, como a inexplicável baixa da guarda do imenso arsenal militar norte-americano por mais de uma hora e meia! Centenas de canais de televisão mostraram a reação do presidente americano, George Bush, ao ser informado dos ataques. Se havia a espectativa de uma reação de alarme e surpresa e então um presidente correndo para defender seu pais e a liberdade e a democracia do ocidente, ela foi completamente frustrada. Todo protocolo do Serviço de Segurança para proteger o Presidente nestes casos, a correria para o levar a um lugar seguro, criarem um perímetro de proteção, etc. foi ignorado, o presidente estava visitando escolas infantis e, depois de uma cara de "ã", simplesmente continuou na escola que se encontrava, bateu mais algumas fotos tranquilamente e deu alguns telefonemas, ele permaneceu na escola por mais tempo, até as 9:30, como se soubesse que não corria risco algum. Outra estrela dos ataques foram os destroços dos aviões, uma lembrança das vítimas que tiveram a infelicidade de embarcar naquela manhã para atravessarem o país de avião. Esses destroços foram filmados, fotografados, mostrados ao mundo, até que o mundo percebeu que curiosamente eles não existiam no pentágono, apenas uma cratera cercada por tudo, menos pedaços de aviões. A própria cratera era pequena demais para ter sido causada pelo impacto de um avião. Por isso logo pararam de mostrar qualquer imagem que envolvesse o acidente do pentágono, todas os vídeos e fitas de seguranças de lojas, bancos e prédios das imediações foram confiscadas pelo governo e nunca mais ouvimos falar nada sobre isso. Então deram atenção aos destroços de avião do vôo 93, que rumava a Whashington, e foi corajosamente defendido pelos patriotas americanos que enfrentaram os sequestradores. Só que essa atenção mostrou que os destroços se espalhavam por mais de 8 milhas nas fazendas da Pennsylvânia, o que seria estranho se o avião tivesse caído inteiro e então se espatifado, aqueles destroços pareciam mostrar que o avião se despedaçou no ar, antes de cair, como aconteceria se ele tivesse sido abatido em pleno vôo. Isso se tornou desconfortável também, imaginar que o exército atiraria em aviões cheios de civis que já estavam lutando e supostamente levando vantagem sobre os sequestradores. E por falar em sequestradores, essa palavra não era forte o suficiente, então resolveram mudar para terroristas. Aquilo não era uma série de ataques, eram atos terroristas. Como se para comprovar isso em menos de 12 horas depois dos ataques encontraram um culpado: Osama Bin Laden. Surgiu até uma fita de vídeo do próprio Osama assumindo a autoria dos ataques. Alguns dias depois Osama Bin Laden, curiosamente exibindo uma aparência bem diferente daquela da primeira fita negou os ataques - que tipo de terrorista faria isso? Existem terroristas bi-polares? Um árabe que finalmente teria conseguido vencer a segurança do Grande Satã Branco, e então destruir aquele que supostamente seria o seu prédio mais indestrutível, além de assustar e matar milhares de americanos de repente diz que não tem nada a ver com aquilo? Desta forma praticamente todo aquele evento passou a ser ligado apenas às Torres Gêmeas do World Trade Center, que também logo começaram a feder. Os vídeos que mostravam os aviões e as Torres colapsando começaram a assustar bombeiros, engenheiros, físicos... mas não por serem imagens fortes demais, simplesmente por mostrarem um estrago que não poderia nunca ser causado por dois aviões se chocando contra prédios. A mídia então passou a se focar apenas em Osama Bin Laden e na guerra contra o terror, e o mundo suspirou aliviado por isso. Os mocinhos estavam indo atrás dos bandidos. Mas se de fato eram mocinhos, por que tantas mentiras? Para mostrar a quantidade e tamanho das mentiras vou focar este artigo apenas naqueles fatos que não podem ter duas interpretações. Nos fatos que não podem ser manipulados ou mal compreendidos, pois são aqueles reflexo da realidade que vivemos. Assim o que leremos agora será concentrado em um ponto muito importante que não pode ser alterado, interpretado ou analizado de forma ambigüa: O colapso dos prédios World Trade Center, que quando examinado atentamente nos utilizando de conceitos básicos como forças físicas, gravidade e química, não batem com a história oficial. Word Trade Center 7 Antes de mais nada vamos ver o que de fato era o complexo conhecido como World Trade Center (WTC). Diferente do que a maioria das pessoas acha ele não era composto por apenas dois prédios altos, as famosas Torres Gêmeas, ele era composto de sete edifícios. As Torres Gêmeas eram respectivamente chamadas de Edifícios 1 e 2. Ambos entraram em colapso de forma admirável e voltaremos a eles depois, mas o que chamou a atenção e serviu de estopim para o início desta investigação foi o estranho colapso do World Trade Center Building 7, o sétimo edifício. Provavelmente você nunca ouviu falar dele, e verá agora o porquê disso. As Torres Gêmeas eras os quadradinhos WTC1 e WTC2, além dos outros quatro edifícios que ocupavam essa mesma quadra, havia o WTC7 que ficava do outro lado da rua. Ele era uma estrutura de aço e concreto de 47 andares cobrindo uma área de 158.000 m². Ele não foi atingido por nenhum avião e não foi atingido por nenhum destroço do WTC1 e WTC2. Inclusive, se reparar, ele estava protegido não só pela distância, mas haviam o WTC6 e o WTC5 formando uma berreira entre o WTC7 e as Torres Gêmeas. Todos os outros edifícios 3,4,5,e 6, que estavam mais próximos, foram atingidos pelos destroços e nenhum deles caiu. Resumindo, o WTC7 estava situado em outro quarteirão, era o edifícios do complexo mais distante das Torres Gemeas e estava protegido delas pelos WTC 5 e 6. O complexo foi inaugurado no dia 4 de Abril de 1973 e os edifícios foram erguidos entre 1975 e 1985. COmo já vimos o WTC1 e 2 eram as torres gêmeas. O WTC3 era o edifício Marriott World Trade Center, um hotel de 22 andares com 825 quartos. O WTC4 era um edifício de escritórios de 9 andares, os dois maiores ocupantes do edifício eram o Deutsche Bank e a New York Board of Trade uma empresa de transações de commodities. WTC5 era um edifício de 9 andares e em seu subsolo havia o acesso à estação de metro do WTC. WTC6 era um edifício de 8 andares e a sede da Alfândega Americana. Já o WTC7 tem uma história tão peculiar quanto seus ocupantes. Ele era um edifício de 47 andares de altura. Ele foi construído sobre uma sub-estação da Con. Edson, uma das maiores companhias de energia dos Estados Unidos. Essa sub-estação de energia foi desenhada para suportar o prédio que seria construído sobre ela, originalmente um edifício de 15 andares. Quando perceberam que o edifício construído seria muito maior do que o planejado, desenvolveram uma planta especialmente concebida para que o prédio fosse extremamente sólido e seguro. Ele foi criado com a forma de um trapezoide, possuindo um sistema de colunas de transferência de gravidade com treliças e vigas localizadas entre o 5 e 7 andares para que o peso fosse melhor distribuído e absorvido pela base. Os tubulões - fundação, na qual se escava um poço de um determinado diâmetro, revestido de concreto armado, até alcançar terreno firme como rocha sólida, é muito usado em pontes, mas também edifícios sobre terrenos pouco resistente ou para se reforçar estruturas - existentes em 1967 foram usados junto com outros novos para acomodar o prédio. O 5 andar foi criado para funcionar ocmo um diafragma estrutural, criando maior estabilidade lateral e distribuindo o peso entre os tubulões. Do sétimo andar para cima a estrutura do prédio era um típico projeto tubular, com colunas no núcleu e no perímetro, o que aumenta a resistência contra ventos, abalos e terremotos, e cargas laterais de armações de perímetro de momento (perimeter moment frame), que entre outras coisas garantem um maior espaço aberto nos andares (menos peso com bases de concreto internas), vistas desobstruídas, uma grande capacidade de absorção de energía sísmica e uma resistência a colapsos que aumenta progressivamente. O WTC7 foi criado como uma caixa forte, projetada para absorver impactos, terremotos e qualquer coisa que pudesse danificar sua estrutura. Em junho de 1986, antes que a construção do prédio estivesse completa, o prédio inteiro foi alugado para a Drexel Burnham Lambert, na época uma das maiores, se não a maior firma de investimentos de Wall Street, por um período de 30 anos. Em dezembro do mesmo ano, depois do escândalo do investimento de Boesky, DBL cancelaram o aluguel. Até 1988, como resultado da crise do mercado imobiliário de Manhattan não houveram inquilinos regulares. Em novembro de 1988 os Salomon Brothers fecharam um acordo de alugar os 19 andares superiores do edifício em um contrato de 20 anos. Em 2011, além dos Irmão Salomão outros inquilinos eram a seguradora ITT Hartfort, o American Express Bank International, o Standart Chartered Bank e algumas outras empresas não particulares, como o serviço secreto americano e o Escritório de Gerenciamento de Emergências Novaiorquino, Office of Emmergency Managmente, a OEM, que juntos formavam um dos mais sofisticados centros de comando para emergências do planeta. Às 17:20, quando o mundo aparentemente não podia ficar mais chocado com o que via os olhos se voltaram para o WTC7 que misteriosamente desabou. A história que saiu instantes após as imagens é que por causa de escombros pesados que atingiram sua face sul, duas coisas aconteceram com o WTC7: sua estrutura foi comprometida e incêndios se iniciaram, queimando durante toda a tarde. Escombros também causaram danos na face sudoeste entre o 7 e 17 andares e na face sul entre o 44 andar e o telhado. Focos de incêndio podiam ser vistos nos andares 6 a 10, 13,14, 19 a 22 e 29 a 30, o fogo dos andares 7,8,9,11,12 e 13 queimou durante toda a tarde. Às 17:20:33 o edifício começou a cair e "oficialmente" às 17:21:10 ele estava completamente no chão. Por que esses 6.5 segundos são importantes? Todos nós somos vítimas da gravidade. É por causa dela que quando pulamos voltamos para o chão, ao invés de irmos parar no espaço. Quando soltamos algo, por exemplo uma maçã, e ela cai, dizemos que isso é uma queda livre, pois a única coisa que interfere na queda é o ar que existe em baixo da maçã. Se retirarmos todo o ar de uma sala e soltarmos a maçã ela realmente sofrerá uma queda livre, pois nem o ar oferecerá resistência. Se pegarmos uma placa de concreto e a colocarmos em um tubo gigante, com aproximadamente 190 metros de altura, tirarmos todo o ar e a soltarmos, sabe quanto tempo ela leva para chegar ao chão? 6 segundos. Isso é física básica, aquela que você usava em provas da sétima série. Um prédio inteiro levar 6.5 segundos para cair completamente é o mesmo que dizer que a cobertura inteira do prédio caiu sem nenhuma resistência. Se você acha que um prédio por ser mais pesado cai mais rápido, está enganado. Lembra-se de Galileu Galilei? Ele provou que não importa o peso, dois corpos sempre caem na mesma velocidade, que é a velocidade da aceleração da gravidade. Para a cobertura do WTC7 chegar no chão em 6.5 segundos isso não significa que ela era pesada demais para o ar segurar, isso significa que nenhum dos andares a segurou. É como se o teto do prédio fosse tocar no chão, o chão não estivesse mais lá, pois também tivesse caido, e o teto de cada andar não tivesse um chão em baixo para bater. Isso poderia acontecer apenas se cada andar caisse por inteiro, todo junto, segundos antes do andar de cima tocar nele. Os porta-vozes oficiais declararam que o que houve foi um efeito panqueca. O teto do prédio caiu, bateu no chão do último andar, o impacto foi tão forte que fez o chão cair, com o teto em cima, e bater no chão do penúltimo andar e assim por diante até o térreo. Se formos deixar de lado que o WTC7 foi construído para absorver impactos pesados, abalos sísmicos e outras coisas do gênero, cada andar teria que bater no andar debaixo. Colapsar o andar debaixo que cairia, batendo ambos no andar seguinte. Isso faria com que a queda do prédio levasse muito mais tempo do que os 6.5 segundos, mais tempo do que os 47 segundos oficiais. E isso ainda deixaria alguns andares em pé, já que a cada batida de um andar de cima com um debaixo, a força da queda diminuiria. Mas o prédio caiu como se abrissem um buraco no chão e ele simplesmente afundasse. Como se todos os andares estivessem sofrendo uma queda livre. Isso é realmente plausível? Realmente possível? A Queda das Torres Gemeas O estranho colapso do WTC7 nos faz reconsiderar todo o episódio. Comecemos portanto, por investigar o modo como as Torres Gemeas cairam. Se fizermos uma análise detalhada dos vídeos disponíveis, frame a frame, a primeira coisa que nos chama atenção é a forma como o segundo avião bateu no WTC2. O Vôo 175 da United Airlines pesava cerca de 80 toneladas e se deslocava a 350 m/h. Quando houve o impacto não se nota qualquer movimento visível na estrutura do prédio. Pergunte ao seu professor de física favorito: Como pode um edifício que não apresentou nenhum movimento ao ser atingido por um projetil em alta velocidade, colapsar próximo a velocidade de queda livre cerca de trinta minutos depois? Se voltarmos nossa atenção para as vigas de aço que caem ao lado dos predios conforme eles ruem. As vigas caem na mesma velocidade das torres. A segunda torre tinha 415 metros. A esta altura, uma queda livre no vácuo (leia-se, sem resistência do ar) deveria ser de 9.2 segundos. Os registros mostram que a torre colapsou em 10 segundos, e os relatórios oficiais atestam que foram 14. Mesmo assim, isso significa que as torres caíram apenas mais 0.8-4.8 segundos a mais do que a queda livre. Assim como o WTC7 esta velocidade parece impossível se cada um dos 110 andares tivessem que colapsar individualmente como insiste o governo. A física que aprendemos no primário basta para sabermos que é impossível que cada um dos andares tenha sido esmagado pelo andar superior, que é diga-se de passagem, a versão oficial do governo americano. Existe um princípio chamado "Lei da Conservação de Energia" e outro chamado "Lei da Conservação do Momentum." Se você não lembra destas aulas, eu vou retomá-las brevemente para você. Vamos assumir que dois Honda Civics idênticos estão em uma estrada. Um deles está parado (0 m/h) e outro está correndo a 60 m/s. Este segundo carro bate na traseira do primeiro. As leis acima dizem que o primeiro carro acabará aumentando a velocidade após o choque e o segundo desacelerará. O carro número dois não poderia transferir a energia para o primeiro e continuar na mesma velocidade. A explicação acima mostra como estes princípios trabalham numa direção horizontal. Para trabalharmos com a direção vertical basta adicionarmos a constante gravitacional. Com física de quinta-série sabemos portanto que um andar não pode destruir o andar de baixo e continuar caindo na mesma velocidade. Jim Hoffman, engenheiro que pesquisou independentemente os eventos do 11 de setembro, publicou uma série de artigos explorando o assunto. Ele calculou que mesmo que a estrutura do prédio não oferecesse nenhuma resistência a teoria da "panqueca" exigiria pelo menos 15.5 segundos para que o edifício chegasse ao chão. Ou seja, isso é o mesmo que dizer que mesmo se os 110 andares de concreto não oferecessem nenhuma resistência, ainda assim o processo de cada andar colapsar o andar abaixo demoraria 15.5 segundos. Outra observação inescapável ao assistirmos os vídeos é a imensa nuvem de poeira e detritos, incluindo barras de aço, lançadas a dezenas de metros horizontalmente nas torres conforme elas colapsavam. Se formos acreditar na teoria oficial do esmagamento, esse tanto de detritos e concreto pulverizado seriam um indicativo forte de que havia uma resistência massiva ao colapso vertical. Assim, nos deparamos com este conflito impossível. Ou você assume que houve ma histórica, instantânea e miraculosa falha que ocorreu em uma fração de segundo em todos os andares e arremessou destroços e poeira para todo lado ou assume um sólido edifício que não se move depois que um forte projétil o atinge. Ou vocẽ tem um castelo de cartas ou um castelo de pedras. Mas não os dois. Ou o prédio resiste ao colapso ou não. E como sabemos as torres do WTC eram de aço e concreto reforçado. Assim posto, a versão oficial se torna insustentável. Os edifícios caíram rápido demais. Para essa velocidade ser atingida todos os andares deveriam cair ao mesmo tempo. Mas como isso é possível? E Quanto ao Fogo? A versão oficial dos fatos argumenta que o fogo enfraqueceu a estrutura do prédio. O combustível do avião queimando supostamente derreteu as fortes colunas de aço que sustentavam as torres. De fato houve fogo. Mas uma estrutura de aço de um arranha céu não pode ser destruída por fogo uma vez que Aço só derrete a 1510 ºC. Nenhum combustível, nem mesmo o usado por aviões ( que no fundo é apenas querosene refinado ) chega a sequer a 815 ºC. Apenas fornos industriais de siderúrgicas conseguem bater os 1000 ºC. Aliás no WTC 7 tínhamos um avião, quanto mais combustível. De acordo com a declaração da Federal Emergency Management Agency (FEMA), já três anos depois do ocorrido: " As especificidades do fogo no WTC 7 e como ele fez com que o edifício a desmoronasse permanecem desconhecidos neste momento. " Além de uma indiferença surpreendente sobre o assunto, essa declaração faz uma afirmação arbitrária. Historicamente, nos 100 anos de história da construção de arranha-céus, que antecederam o 11 de setembro, não existe nem um único caso de edifício colapsando por conta de incêndios. Este fato é um conhecimento comum entre bombeiros. Não é surpresa que eles correram para os arranha-céus para apagar o fogo. Parcialmente isso atesta a bravura da profissão, mas parcialmente é devido ao conhecimento bem estabelecido que arranha-céus não caem por causa do fogo. Entretanto depois de 100 anos, três caíram em um único dia. Será que os investigadores do FEMA não pensaram em perguntar ao departamento de Bombeiros de Nova Iorque qual a opinião deles sobre o fogo ou como ele pode ter causado este históricos colapsos? Este parece ser um passo elementar em qualquer investigação envolvendo um incêndio. Mas em vez disso eles preferiram deixar a causa do colapso como desconhecida. Conclusão Se podemos confiar na física, sabemos que os andares dos três edifícios do WTC não foram esmagados em série por seus respectivos andares superiores. Sabemos também que fogo de querosene é uma explicação insuficiente para causar o colapso de uma estrutura de aço. Então... como os prédios do WTC caíram? Existe um método capaz de eficazmente derrubar arranha-céus de forma que caiam tão rápidamente quanto os três predios do World Trade Center. Neste método cada andar é destruído em sequência conforme o andar superior cai. Assim todos os andares ruem simultaneamente. Este método quando usado com precisão, dá uma velocidade bem próxima a queda livre e tem sido usado pelo setor de demolição urbana há algumas décadas. Este método poderia ter derrubado o WTC7 em 6.5 segundos. É a chamada demolição controlada. Esta hipótese, foi inclusive a primeira a ser traçada por especialistas de segurança e engenharia antes que o governo americano divulgasse a sua versão oficial. Avner Semest, Ex-oficial de inteligência da polícia anti-terror de Israel disse a Revista Isto É logo no dia 11/09: ""Embora tenham sido atingidas lateralmente as duas Torres do WTC caíram na vertical. Isso indica que poderia haver explosivos previamente colocados dentro dos prédios." A mesma opinião foi dada por José Chacon de Assis, Presidente do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura do RJ: "O modo como o prédio caiu principalmente a segunda torre, de forma tão vertical, dá a idéia de uma perfeita implosão, consequência de explosivos colocados na base do edifício." - Uma demolição controlada arremessa detritos horizontais rapidamente. Uma demolição controlada explicaria a poeira de concreto pulverizado, ao passo que o esmagamento de andares teria pedaços grandes de concreto. Uma demolição controlada explicaria os dois pequenos "terremotos" que os registros sísmicos registram pouco antes da queda de cada um dos prédios (e não no momento do choque dos aviões). E finalmente, um demolição controlada explicaria como três estruturas de aço - duas atingidas por aviões e uma não - ruiram exatamente da mesma maneira. Questões em aberto Sabendo que as torres do WTC precisaram de uma ajuda bem planejada para que caíssem. Ficamos com uma incomoda pergunta em mãos. Quem poderia ter implantado os explosivos necessários para explodir os predios em uma demolição controlada? Será que fundamentalistas islamicos conseguiram a planta dos predios, arquitetaram a demolição e implantaram os explosivos em cada um dos andares, para então sequestrar os aviões e fazer parecer que foram eles que derrubaram tudo? Se isso já lhe parece improvável, talvez saber que o WTC 7 abrigava os escritórios da CIA, do FBI e do OEM, coloque isso na categoria das impossibilidades. Além disso, porque um terrorista se preocuparia com uma implosão controlada quando poderia causar ainda mais dano e terror aos prédios vizinhos explodindo tudo e arremessando destroços para todo lado? E porque se preocupar em disfarçar tudo com os aviões? Talvez o WTC 7 tenha sido demolido justamente para destruir evidências que respoderiam estas questões. Sinceramente, ainda não sabemos as respostas, mas já sabemos que as respostas oficiais não contam. A resposta financeira empresa pesa muito. Então talvez devêssemos nos perguntar. Quem mais saiu ganhando com todo este desastre? A resposta é que muitas pessoas lucraram com tudo isso. O irmão do então presidente Bush, Marvin Bush por exemplo é sócio de companhia que hoje fornece o esquema de segurança tanto para a United Airlines como para a American Airlines. Outro exemplo é o do poderoso investigor nova-iorquino, Larry Silverstein, que comprou os direitos de arrendamento do complexo do WTC em maio de 2001 por $200 milhões e recebeu quatro meses depois $3.55 bilhões graças ao seguro. Não apenas isso, mas ganhou uma adicional de $7 bilhões pois cada torre foi considerada separamente, sendo portanto contados como dois ataques terroristas. Concluindo, sob risco de parecer repetitivo. Nenhum dos pesquisadores independentes do 9-11 pode definir com exatidão o que aconteceu naquele dia em setembro de 2001. Mas qualquer pessoa razoável pode facilmente apontar estas inconsistências na história oficial. E fato é, a maior parte das evidências disponíveis aponta para pelo menos algum nível de cumplicidade ou conivência por parte do governo dos estados unidos. Meu apelo é que você investigue por si mesmo. Não simplesmente acredite no que escrevi. E mais importante ainda, não compre tudo o que a mídia e o governo diz sobre qualquer assunto que seja. sabemos que não pode ser mera coincidência vários aviões serem sequestrados e apontados para o WTC ao mesmo tempo. Claramente há muitas teorias da conspiração, mas a própria versão oficial dos fatos defende uma conspiração de fanáticos religiosos. A pergunta é, qual das conspirações é real.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Sete Práticas de Gestão Inspiradas na Maçonaria

Sete Práticas de Gestão Inspiradas na Maçonaria Tradução José Filardo Filosofia de vida, ferramenta de autoconhecimento… o “método” maçônico transposto para a gestão da empresa podem também ser muito eficaz para aumentar a produtividade nas reuniões, gerenciar os conflitos entre pessoas e fazer melhores “brainstorms”! E se a Maçonaria não fosse mais que uma escola de negócios? Por Etienne Gless “Se todos estão de acordo em uma reunião, não se vai produzir grande coisa. As ideias devem se opor para gerar ideias maiores”, diz Philippe Benhamou. Um bom maçom sabe que ele se constrói por meio do atrito com as asperezas dos outros. “Em uma reunião de criatividade, é esta tensão que eu tento implementar.” “Lausanne, Harvard, o MIT… “Como qualquer DRH de uma multinacional, envio meus talentos e meus funcionários com elevado potencial a estágios de formação em gestão nas melhores universidades do mundo: estes estágios nada são em comparação com o que você pode aprender em loja!” Daniel D., 52 anos, trabalhando para um grande grupo de BTP. Sua área abrange 70 000 funcionários! Maçom há cinco anos, este membro de uma loja da Droit Humain admite ter adquirido através do método maçônico, uma pacificação pessoal e uma verdadeira organização de trabalho para aumentar a sua eficácia profissional e a sua gestão. E se o método maçônico trouxesse mais à sua gestão que qualquer escola de negócios? 1. Ouvir melhor A escuta é a primeira ferramenta dada ao maçom a partir de sua iniciação. “Dadas as minhas altas responsabilidades e também meu temperamento, eu sou mais inclinado a falar que a escutar, admite Christian N., diretor de um grupo de serviços para as comunidades. Na maçonaria, somos todos posicionados em pé de igualdade. Quando se entra, é preciso ficar calado pelo menos um ano!” Para ele também, a iniciação começou com o “silêncio perfeito”. “Sou responsável pela Ásia e Europa Oriental, tenho sob meu comando milhares de funcionários.” Quando eu tomo a palavra no meu mundo profissional onde a hierarquia é muito vertical e muito “animal”, todo mundo se cala. E se digo disparates, muito poucas pessoas, para não dizer ninguém ousa me contradizer.” Christian foi obrigado ao silêncio durante 18 meses. Quando ele recuperou a palavra, ele tinha aprendido a não a desperdiçar: “Ter o direito de falar é um recurso escasso. Para protegê-la adequadamente, temos de aprender a falar na hora certa e não sobre tudo”. A palavra do gerente maçom tem maior peso que a do gerente comum, porque ele calcula quando tomá-la. “Quando você sabe que não pode falar várias vezes na Loja, isso exige que você resuma seu pensamento, para distinguir o supérfluo do essencial, explica José Gulino, atual grão-mestre do Grande Oriente (GODF). Não se dialoga diretamente, então isso limita os conflitos e as relações de poder.” 2. Recrutar e gerenciar de forma mais humana Os maçons cultivam o humanismo. Eles não gostam de extremos. Eles temem, por exemplo, a infiltração de membros da Frente Nacional. Mesmo se os negócios continuam a ser negócios, alguns patrões maçons confiam em dar uma oportunidade a pessoas em dificuldade para entrar no mundo do trabalho. “Eu acabo de recrutar um cientista da computação de 57 anos. Ele oferece aos jovens uma serenidade e um know-how extraordinários, diz Thierry Ehrmann, Presidente da Artprice e do Grupo Serveur. Eu tento dar uma visão humanista à empresa, o que não é fácil no que diz respeito a negócios e a conjuntura econômica. Nós somos um grupo controlado, sujeito a regulamentações, com rigidez. Desde 1987, eu contratei dezenas de funcionários, no entanto não sofri qualquer ação trabalhista!” Atento aos idosos na empresa, o patrão e artista originário de Lyon também dá uma mãozinha às pessoas expulsas do mercado. Ele sabe como dar uma oportunidade a uma pessoa desempregada há mais de cinco anos. “Mesmo se for preciso levar mais tempo para integrá-la! Eu tiro meu chapéu de empregador para ouvir o sofrimento dos outros. É importante ir além do contrato de trabalho, para compreender as dificuldades de um colaborador”. Mesmo quando o colaborador em questão é rejeitado pelo conjunto da comunidade de trabalho por suas palavras ou seu comportamento imperdoáveis: “A Maçonaria me ensinou a não impor a dupla pena: ele já é rejeitado no trabalho; não sou eu quem vou, além disso rejeitá-lo da empresa!” Eu tento fazê-lo entender que ele deve se comportar de outra forma para não se colocar em um risco suplementar.” Vemos aqui que o método maçônico pode ser valioso para gerir as personalidades difíceis. 3. A triangulação para melhor facilitar uma reunião “As reuniões maçônicas chamadas “sessões de loja”, ensinam o valor da palavra,” analisa Philippe Benhamou. Para falar, é preciso pedir a palavra um vigilante da loja que vai perguntar ao venerável que dirá ao vigilante se ele a concede… ou não! Cada vez que pedimos a palavra, ocorre então uma triangulação. “Imagine reuniões de trabalho onde se possa fazer uso do palavra apenas uma vez!” Imagine as consequências sobre a qualidade da palavra ou a escolha de sua intervenção”, diverte-se Philippe Benhamou. “O método maçônico torna você mais capaz de ouvir as pessoas que dispõem de riqueza. Ele também permite fazer sair deles esta riqueza”, revela Denise Oberlin, grã mestra da Grande Loja Feminina da França (GLFF). Em uma reunião, as pessoas pouco à vontade em falar se calam, embora tenham ideias e a solução para um problema. Um bom gestor maçom será capaz de lhes dar a confiança para que eles ousem expressar seus pontos de vista e impedir que oradores natos e os impenitentes tagarelas monopolizem o diálogo. O método maçônico tem muito da maiêutica, a arte de dar à luz à consciência, em que Sócrates se destacou. “Ela promove um olhar diferente,” diz Patrick B., Diretor de RH de um grupo importante, também membro da Droit Humain. “É como acontece com o “dan” em judô. Em maçonaria, quanto mais velho e mais alto na escala, mais você desenvolve a capacidade de ter um olhar diferente, para ver as coisas de um ângulo inesperado. Com o método maçônico, eu encorajo as pessoas inibidas na tomada da palavra a se exprimir. Vou colocá-las à vontade, dar-lhes tempo, fazer com que passem a mensagem de que o que elas dizem é interessante.’ 4. Cultivar a arte de “expor pranchas” em equipes “Eu que pensava ingenuamente que os pesquisadores eram grandes pessoas que sabiam escutar!” Em seu trabalho, Philippe Benhamou deve animar redes de potenciais pesquisadores no domínio da pesquisa aeronáutica. Este pesquisador da Onera, um centro de pesquisas em aeronáutica em Palaiseau (Essonne), usa ferramentas maçônicas para fazer funcionar equipes de engenheiros de diferentes culturas. Sua frequência à Grande Loja da France o educou para escutar e reformular. “O método maçônico me ajuda a facilitar o diálogo de engenheiros vindos de mundos diferentes: o especialista em aerodinâmica não sabe o que faz o seu alter ego nos materiais de propulsão e, no entanto, é preciso fazer essas pessoas coexistir em um grupo de trabalho.” Como na loja maçônica, devemos expor nossas pranchas juntos.” “Expor pranchas”? Mais um verbo do vocabulário maçônico: as pranchas são as apresentações feitas em loja por um irmão sobre um determinado assunto… Mais amplamente, na vida profissional, para ganhar eficácia, deve-se obedecer a certos rituais. Ora, é o que não falta na Maçonaria! As sessões de loja, por exemplo, obedecem aos rituais de abertura e fechamento da loja para criar um espaço-tempo diferente… Assim, trabalha-se em loja “de meio-dia à meia-noite”… mesmo que a reunião não dure mais que três horas no tempo “secular”! Antes de ir jantar (estes famosos “ágapes” de que o maçom tanto gosta!). Estes rituais são perfeitamente transponíveis ao mundo do trabalho para organizar uma reunião ou injetar o convívio no escritório. 5. Animar as sessões de criatividade “Se todos estão de acordo em uma reunião, não se vai produzir grande coisa. As ideias devem se opor para gerar ideias maiores”, diz Philippe Benhamou. Um bom maçom sabe que ele se constrói por meio do atrito com as asperezas dos outros. “Em uma reunião de criatividade, é esta tensão que eu tento implementar.” Este membro da GLDF é ex-venerável na arte de escutar e fazer coexistir as contradições quando ele conduz reuniões de criatividade e grupos de prospecção. Exatamente como em loja o Venerável conduz a discussão, ele domina esta arte de trabalhar em conjunto as “oposições necessárias e fecundas”. Historicamente, era preciso encontrar um lugar onde protestantes e católicos pudessem falar sem puxar a espada! A maçonaria se esforça para criar este “centro de união” onde se pode falar sem brigar. Philippe Benhamou, ao anúncio de uma ideia, não hesita em jogar aos ingênuos e perguntar se a ideia contrária não seria melhor. “Todo mundo ri e se diverte às minhas custas:” “É estúpido este Benhamou, ele não entendeu nada!” E, ao mesmo tempo, isso gera, por reação, novas ideias!” Patrick B., chefe de uma subsidiária de um grande grupo, confirma: “Aplicando as técnicas maçônicas, eu construo um ninho que permitirá criar mais novas ideias e inovações técnicas.” 6. Saber resolver conflitos “Quando pedimos a palavra em loja, ela é concedida por meio de um determinado ritual, lembra Denise Oberlin, grã-mestra da Grande Loja Feminina França.” Isso acalma as paixões.” Christine N., assistente de diretoria e maçom há vinte anos usa as ferramentas da maçonaria para acalmar as tensões em seu universo de trabalho: “Eu escuto com empatia as secretárias, mas eu tento colocar a razão nas paixões. Para manter o senso de proporção e recolocar as coisas em equilíbrio. Eu escuto aquela que se queixa de uma colega, mas eu lhe mostro também algo que ela não viu na outra. Quando um conflito eclode entre duas pessoas, em que uma descarrega negativamente sobre a outra, eu reconheço que a pessoa em questão certamente cometeu um erro, mas lembro que ela passa por dificuldades na sua vida pessoal.” Escola de ponderação, a Maçonaria convida a ver pelo menos dois aspectos de cada coisa. “É verdade, gostamos de procurar um terceiro termo para evitar o confronto, sorri Marc Henry, grão-mestre da Grande Loja da França.” Um maçom não lhe corta a palavra, tem um comportamento ético, não coloca o tempo todo o seu seu umbigo à frente. “Ele escuta os pontos de vista e tenta fazer alguma outra coisa: ele constrói.” Um “irmão” não gosta de oposições binárias, ele procurará uma terceira via para avançar. Não é de se admirar que o triângulo seja um dos símbolos maçônicos! 7. Ganhar em serenidade e em autocontrole Esta pode ser a ferramenta mais importante! “Desde que me tornei maçom, eu sou mais feliz. Sinto-me muito melhor na minha pele. Eu me afastei bastante em minha vida de todos os dias e quando surgem dificuldades no trabalho, elas me afetam menos. E isso reflete na minha gestão, necessariamente”, diz Daniel D., membro da diretoria da BTP. “Aprendi a lidar melhor com meus medos e tenho muito menos explosões emocionais em meu trabalho, diz este membro da Droit Humain, maçom há cinco anos. Eu tinha a reputação de “explodir” facilmente, de ficar irritado. Eu estou muito mais calmo. Lá quando eu tinha, antigamente, dez conflitos por mês no trabalho, eu não tenho mais que cinco!” “Aprendemos a não nos deixar vencer pelas emoções,” diz igualmente Christine N., manter o autocontrole, a arte de escutar, a capacidade de gerenciar os opostos e (se) construir… Todas essas ferramentas maçônicas não são tão misteriosas. “Mas, não há qualquer segredo em maçonaria! O único segredo é a sua experiência”, afirma Marc Henry com um sorriso. Palavra de grão-mestre!