Um estudo recente mostra que pessoas de meia idade que são membros de clubes de corredores tinham a metade da chance de morrer em um período de 20 anos do que as pessoas que não corriam.
Correr não reduziu apenas o risco de doença cardíaca, mas de câncer e doenças neurológicas como Alzheimer, descobriram pesquisadores da Universidade de Stanford, nos EUA.
“Em 19 anos 15% dos corredores tinham morrido em comparação aos 34% controles [que não corriam]”, a Dra. Eliza Chakravarty escreveram na revista científica Archives of Internal Medicine.
Qualquer tipo de exercício vigoroso possivelmente fará o mesmo, segundo James Fries, que trabalhou no estudo. Tanto o bom senso quanto outros estudos mostram que não há nada mágico na corrida em si. É a atividade física rigorosa que importa, afirmou.
A equipe pesquisou 284 membros de um clube de corredores por todos os EUA e 156 outras pessoas saudáveis similares como grupo de controle. Todos eram funcionários da universidade e tinham condições econômicas e sociais similares. Todos tinham 50 anos de idade ou mais.
Desde 1984 cada voluntário preenchia freqüentemente uma pesquisa sobre freqüência de exercícios, peso e deficiência para realizar oito atividades cotidianas comuns.
A maioria dos voluntários faziam algum exercício, mas os corredores o faziam cerca de 200 minutos por semana, comparado aos 20 minutos dos que não corriam.
Os corredores tendiam a ser mais magros e a fumar menos em comparação ao grupo de controle. Eles também se exercitaram mais durante todo o período do estudo em geral.
Os membros dos grupos de corredores mostraram significativamente menores índices de deficiências no decorrer do tempo.
O estudo também conseguiu descobrir se os exercícios beneficiariam na idade avançada e se as pessoas que parassem de exercitar-se começariam a pagar o preço enquanto envelheciam.
A maioria dos corredores parou com o exercício ao alcançar os 70 anos. Mas foi difícil encontrar pessoas que pararam totalmente com o exercício. Quase todos faziam algo, continuando seus exercícios vigorosos.
As pessoas que começam a se exercitar quando já estão mais velhos também ficam mais saudáveis, segundo James.
O estudo também descobriu que ninguém pode usar o risco de ferimentos como desculpa para não correr: os corredores tinham menos ferimentos de todos os tipos, incluindo nos joelhos.
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Alimentos na prevenção da diabetes
Amendoim, azeite e aveia ajudam a prevenir o diabetes
O diabetes tipo 2 é o tipo mais comum da doença e costuma afetar pessoas com mais de 40 anos de idade. Suas causas estão relacionadas aos hábitos alimentares, ao sedentarismo e à obesidade.
Alguns alimentos ajudam a prevenir o surgimento do diabetes tipo 2.
Azeite de Oliva
O azeite de oliva, um dos ingredientes mais consumidos pelos povos mediterrâneos, contém gorduras e antioxidantes fundamentais para a saúde e a beleza. Obtido pela pressão de azeitonas, o azeite contém vitamina E, que ajuda a manter a pele sem rugas e os cabelos brilhantes. O azeite é rico em gorduras monoinsaturadas, que possuem propriedades anticancerígenas, reduzindo a pressão sangüínea e prevenindo o diabetes.
Amendoim
O amendoim é rico em nutrientes bons para o coração. Entre todas as castanhas, é a que fornece mais proteína. O amendoim contém muitas gorduras monoinsaturadas, que reduzem o colesterol e previnem a formação de coágulos nas artérias, evitando doenças cardíacas. A arginina, um aminoácido, tem a mesma função: o organismo a converte em óxido nítrico, que dilata os vasos sangüíneos e previne coágulos. O amendoim é rico em vitamina E, que combate as rugas e deixa os cabelos brilhantes. Devido ao baixo índice glicêmico, ajuda a prevenir o diabetes do adulto.
Hadoque
Parente do bacalhau, o hadoque contém muitos nutrientes que ajudam a manter a juventude e a boa forma. O hadoque é fonte de várias vitaminas do complexo B, que são benéficas para o cérebro e combatem a fadiga. Tem muito ácido fólico, que reduz os níveis de homocisteína no organismo, prevenindo doenças cardíacas, diabetes e osteoporose. Estudos apontam que também seja anticancerígeno. Esse peixe é ainda rico em iodo, necessário para produzir hormônios da tireóide, que regulam o metabolismo. Também contém zinco, importante para a imunidade; enxofre, bom para a pele; e cálcio, que fortalece os ossos, contribuindo para a prevenção de doenças como a osteoporose.
Aveia
A aveia é muito versátil e é utilizada para prevenir doenças cardíacas e aumentar a imunidade. Além de ser uma rica fonte de carboidratos, a aveia tem muitas fibras, mantém a taxa de açúcar no sangue estável, previne o diabetes e baixa o colesterol. Contém antioxidantes poderosos que rejuvenescem, incluindo a vitamina E, o tocotrienol, o ácido ferúlico e o ácido caféico, combatendo os radicais livres e prevenindo diversos males, como as doenças cardíacas, a obesidade e problemas de visão. Em uso tópico, a aveia tem propriedades antiinflamatórias e suaviza a pele.
Trigo Integral
Alimento básico da dieta ocidental, o trigo contém muitas proteínas, fornecendo vitamina B e minerais. O trigo integral é um cereal nutritivo e saudável. Valiosa fonte de proteína, contém elementos construtores para pele, cabelos e unhas. Por produzir energia, combate a fadiga. Contém muitas vitaminas do complexo B, inclusive a vitamina B6, que é benéfica para os nervos, evita o diabetes do adulto e melhora a capacidade de registrar, reter e distribuir informações. O grão é ainda uma boa fonte de zinco, que aumenta a imunidade e fortalece a visão.
Soja
Esta leguminosa versátil é essencial para a dieta dos japoneses, que têm o maior nível de longevidade do mundo. No Ocidente, a soja é mais conhecida por seus derivados - tofu, leite, suco e iogurte de soja - e pelos substitutos da carne, como a proteína texturizada. A soja é uma excelente fonte de proteína vegetal, fibras e carboidratos complexos. É conhecida por reduzir o colesterol e prevenir taxas altas de triglicérides, que podem provocar doenças cardíacas. Além disso, a soja contém antioxidantes que preservam a juventude, como o ácido fítico, que ajuda a evitar a formação de coágulos nas artérias. No entanto, talvez o melhor atributo da soja seja o fato de conter muitos microelementos, como as saponinas e as isoflavonas - flavonóides que são convertidos pelo organismo em fitoestrógenos, que, por sua vez, apresentam propriedades anticancerígenas, benefícios aos ossos e diminuem o risco de doenças cardiovasculares. Esta leguminosa contém vitamina E - vital para pele e cabelos -, e vitaminas do complexo B, que fortalecem o sistema nervoso, evitando que o estresse provoque envelhecimento precoce. Seu índice glicêmico é extremamente baixo, ajudando na prevenção do diabetes e aliviando vários sintomas da menopausa.
O diabetes tipo 2 é o tipo mais comum da doença e costuma afetar pessoas com mais de 40 anos de idade. Suas causas estão relacionadas aos hábitos alimentares, ao sedentarismo e à obesidade.
Alguns alimentos ajudam a prevenir o surgimento do diabetes tipo 2.
Azeite de Oliva
O azeite de oliva, um dos ingredientes mais consumidos pelos povos mediterrâneos, contém gorduras e antioxidantes fundamentais para a saúde e a beleza. Obtido pela pressão de azeitonas, o azeite contém vitamina E, que ajuda a manter a pele sem rugas e os cabelos brilhantes. O azeite é rico em gorduras monoinsaturadas, que possuem propriedades anticancerígenas, reduzindo a pressão sangüínea e prevenindo o diabetes.
Amendoim
O amendoim é rico em nutrientes bons para o coração. Entre todas as castanhas, é a que fornece mais proteína. O amendoim contém muitas gorduras monoinsaturadas, que reduzem o colesterol e previnem a formação de coágulos nas artérias, evitando doenças cardíacas. A arginina, um aminoácido, tem a mesma função: o organismo a converte em óxido nítrico, que dilata os vasos sangüíneos e previne coágulos. O amendoim é rico em vitamina E, que combate as rugas e deixa os cabelos brilhantes. Devido ao baixo índice glicêmico, ajuda a prevenir o diabetes do adulto.
Hadoque
Parente do bacalhau, o hadoque contém muitos nutrientes que ajudam a manter a juventude e a boa forma. O hadoque é fonte de várias vitaminas do complexo B, que são benéficas para o cérebro e combatem a fadiga. Tem muito ácido fólico, que reduz os níveis de homocisteína no organismo, prevenindo doenças cardíacas, diabetes e osteoporose. Estudos apontam que também seja anticancerígeno. Esse peixe é ainda rico em iodo, necessário para produzir hormônios da tireóide, que regulam o metabolismo. Também contém zinco, importante para a imunidade; enxofre, bom para a pele; e cálcio, que fortalece os ossos, contribuindo para a prevenção de doenças como a osteoporose.
Aveia
A aveia é muito versátil e é utilizada para prevenir doenças cardíacas e aumentar a imunidade. Além de ser uma rica fonte de carboidratos, a aveia tem muitas fibras, mantém a taxa de açúcar no sangue estável, previne o diabetes e baixa o colesterol. Contém antioxidantes poderosos que rejuvenescem, incluindo a vitamina E, o tocotrienol, o ácido ferúlico e o ácido caféico, combatendo os radicais livres e prevenindo diversos males, como as doenças cardíacas, a obesidade e problemas de visão. Em uso tópico, a aveia tem propriedades antiinflamatórias e suaviza a pele.
Trigo Integral
Alimento básico da dieta ocidental, o trigo contém muitas proteínas, fornecendo vitamina B e minerais. O trigo integral é um cereal nutritivo e saudável. Valiosa fonte de proteína, contém elementos construtores para pele, cabelos e unhas. Por produzir energia, combate a fadiga. Contém muitas vitaminas do complexo B, inclusive a vitamina B6, que é benéfica para os nervos, evita o diabetes do adulto e melhora a capacidade de registrar, reter e distribuir informações. O grão é ainda uma boa fonte de zinco, que aumenta a imunidade e fortalece a visão.
Soja
Esta leguminosa versátil é essencial para a dieta dos japoneses, que têm o maior nível de longevidade do mundo. No Ocidente, a soja é mais conhecida por seus derivados - tofu, leite, suco e iogurte de soja - e pelos substitutos da carne, como a proteína texturizada. A soja é uma excelente fonte de proteína vegetal, fibras e carboidratos complexos. É conhecida por reduzir o colesterol e prevenir taxas altas de triglicérides, que podem provocar doenças cardíacas. Além disso, a soja contém antioxidantes que preservam a juventude, como o ácido fítico, que ajuda a evitar a formação de coágulos nas artérias. No entanto, talvez o melhor atributo da soja seja o fato de conter muitos microelementos, como as saponinas e as isoflavonas - flavonóides que são convertidos pelo organismo em fitoestrógenos, que, por sua vez, apresentam propriedades anticancerígenas, benefícios aos ossos e diminuem o risco de doenças cardiovasculares. Esta leguminosa contém vitamina E - vital para pele e cabelos -, e vitaminas do complexo B, que fortalecem o sistema nervoso, evitando que o estresse provoque envelhecimento precoce. Seu índice glicêmico é extremamente baixo, ajudando na prevenção do diabetes e aliviando vários sintomas da menopausa.
Como evitar o envelhecimento
Evitar o envelhecimento: Um truque que funciona
A busca pela busca da mítica Fonte da Juventude é infindável e infrutífera. Mas um método para aumentar a expectativa de vida e manter a sua aparência mais jovem é aceito entre os grandes pesquisadores.
A formula para evitar o envelhecimento é muito simples: Coma menos. Isto pode adicionar anos à sua vida, dizem vários especialistas. E se feito com moderação pode, no mínimo, ajudar você a viver uma vida mais saudável.
A questão é: As pessoas comuns farão isso para evitar o envelhecimento ?
Enquanto cirurgias plásticas fazem você parecer mais jovem e sentir-se melhor consigo mesmo, a restrição calórica é a técnica mais próxima da Fonte da Juventude que já se teve notícia. Mesmo cientistas que são cautelosos sobre novidades antienvelhecimento dizem que funciona tanto para cortar o risco para algumas doenças (câncer, diabetes e doenças cardíacas) quanto para permitir que as células do corpo vivam mais tempo.
Os números
Coma apenas 15% menos à partir dos 25 anos e você ganha 4,5 anos de vida. Esta estimativa foi feita a partir de estudos com animais e pesquisas preliminares em humanos.
Talvez os medicamentos que estão sendo criados com base nestes estudos sobre restrição calórica sejam ainda mais promissores. Estas drogas têm o objetivo de levar os mesmos benefícios às células, desligando as coisas ruins e ligando as boas para estender a vida da célula.
Se você viver o suficiente para ver estes remédios promissores serem desenvolvidos, você poderá viver em um mundo onde a expectativa de vida vai aumentar entre 10 e 15 anos, de acordo com os pesquisadores.
Mistérios permanecem
Os cientistas não tem certeza sobre o que retarda o envelhecimento, mas estão próximos de um entendimento. As evidências apontam para o fato de que uma taxa metabólica mais baixa leva o corpo a gerar menos “radicais livres” danosos.
Uma das hipóteses é de que, se reduz a produção de um hormônio da tireóide chamado triodotironina (T3), o que retarda o metabolismo e o envelhecimento dos tecidos.
Você pode cortar entre 300 e 500 calorias simplesmente pulando a sobremesa ou substituindo o fast food por um sanduíche mais leve. Também não custa nada substituir refrigerantes e outras bebidas açucaradas pelos seus equivalentes sem calorias.
As evidências apontam para o fato de que a restrição calórica funciona em humanos assim como em animais.
Provas concretas
A evidência de que dietas de restrição calórica expandem a expectativa de vida é sólida em roedores. Um estudo de 2006 mostrou que comendo apenas 8% menos e fazendo um pouco mais exercícios, se pode reduzir, e até reverter, o envelhecimento celular e danos em órgãos.
Vários estudos mostraram que cortar entre 20 e 40% das calorias estende a vida e, com um pouco de exercício, deixa os animais velhos em melhor forma.
Ingerir menos calorias também reduz incidência de doenças crônicas como câncer, doença cardíaca e derrame. Isso é importante porque sugere maneiras não apenas de vivermos mais, mas de envelhecermos com mais saúde.
No ano passado um estudo descobriu que ratos em dietas de baixas calorias estavam em melhor forma física na velhice, diminuindo as chances de deficiências físicas. Os ratos tinham também melhor aparência e possivelmente sentiam-se melhor. Aqueles com dietas normais perdiam quantidades significativas de tecido magro e adquiriam mais gordura, enquanto aqueles em dietas de baixas calorias mantiveram a massa magra enquanto envelheciam.
Roedores são bons análogos da fisiologia humana. Cães são ainda melhores.
Um estudo de 14 anos, feito com 48 Labradores Retrievers, descobriu que restringir sua dieta em 25% a partir das 8 semanas de idade estendeu suas vidas uma média de 1,8 anos. Para um animal que não passa da primeira adolescência esse é um grande número.
O estudo também mostrou que um corpo mais magro atrasa o surgimento de algumas doenças crônicas como osteoartrite. Este tipo de doenças da senilidade atingiu os cães que estavam em dietas de restrição calórica 2,1 anos mais tarde do que em outros.
Possivelmente funciona em humanos
Convencer humanos a comer menos e estudar os efeitos ao longo de uma vida é muito mais difícil. Mas uma pilha cada vez maior de pesquisas sugere que o que funciona em ratos e cães parece ser verdade em humanos.
Existem estudos sendo feitos com primatas que vivem entre 25 e 30 anos, e as indicações iniciais já são promissoras.
Um estudo em humanos em 2007 mostrou que cortar calorias em humanos reduz o dano oxidante em células musculares. Este efeito pode resultar em uma vida mais longa.
Mas os pesquisadores avisam que a natureza humana não facilita uma restrição calórica que dure a vida toda.
Buscando o equilíbrio
Sofrer anos para manter-se super magro não vai ajudar muito em termos de longevidade. A idéia de “viver para sempre” é comumente noticiada pela mídia. Tente manter um corpo saudável, mas não se prive de todos os prazeres. Moderação é uma solução mais inteligente.
E roedores são um bom exemplo disso: Camundongos vivem mais se a ingestão de calorias for reduzida em 10%. Se você restringir 20% eles vivem mais ainda. Corte suas calorias para a metade e eles irão viver ainda mais. Mas se você cortar 60% de suas calorias eles irão morrer de fome.
De acordo com pesquisadores não há nada no horizonte que estenda a longevidade em dez ou mais anos, até o momento.
Grande promessa
Outros especialistas estão otimistas que a pesquisa em dietas de restrição calórica levará a desenvolvimentos mais importantes.
Cientistas estão investigando compostos chamados de CR mimetics, compostos que imitam os efeitos da restrição calórica. Um destes elementos, que tem recebido bastante atenção, é o resveratrol, encontrado na casca de uvas roxas e, conseqüentemente, no vinho tinto.
A dieta dos franceses é rica em gordura, mesmo assim eles vivem vidas relativamente longas. O resveratrol e outros componentes do vinho tinto podem ser os responsáveis para esta vida boa.
Pesquisadores pensam que os esforços de vários ângulos combinados podem estender a vida em até 15 anos até o final deste século.
A busca pela busca da mítica Fonte da Juventude é infindável e infrutífera. Mas um método para aumentar a expectativa de vida e manter a sua aparência mais jovem é aceito entre os grandes pesquisadores.
A formula para evitar o envelhecimento é muito simples: Coma menos. Isto pode adicionar anos à sua vida, dizem vários especialistas. E se feito com moderação pode, no mínimo, ajudar você a viver uma vida mais saudável.
A questão é: As pessoas comuns farão isso para evitar o envelhecimento ?
Enquanto cirurgias plásticas fazem você parecer mais jovem e sentir-se melhor consigo mesmo, a restrição calórica é a técnica mais próxima da Fonte da Juventude que já se teve notícia. Mesmo cientistas que são cautelosos sobre novidades antienvelhecimento dizem que funciona tanto para cortar o risco para algumas doenças (câncer, diabetes e doenças cardíacas) quanto para permitir que as células do corpo vivam mais tempo.
Os números
Coma apenas 15% menos à partir dos 25 anos e você ganha 4,5 anos de vida. Esta estimativa foi feita a partir de estudos com animais e pesquisas preliminares em humanos.
Talvez os medicamentos que estão sendo criados com base nestes estudos sobre restrição calórica sejam ainda mais promissores. Estas drogas têm o objetivo de levar os mesmos benefícios às células, desligando as coisas ruins e ligando as boas para estender a vida da célula.
Se você viver o suficiente para ver estes remédios promissores serem desenvolvidos, você poderá viver em um mundo onde a expectativa de vida vai aumentar entre 10 e 15 anos, de acordo com os pesquisadores.
Mistérios permanecem
Os cientistas não tem certeza sobre o que retarda o envelhecimento, mas estão próximos de um entendimento. As evidências apontam para o fato de que uma taxa metabólica mais baixa leva o corpo a gerar menos “radicais livres” danosos.
Uma das hipóteses é de que, se reduz a produção de um hormônio da tireóide chamado triodotironina (T3), o que retarda o metabolismo e o envelhecimento dos tecidos.
Você pode cortar entre 300 e 500 calorias simplesmente pulando a sobremesa ou substituindo o fast food por um sanduíche mais leve. Também não custa nada substituir refrigerantes e outras bebidas açucaradas pelos seus equivalentes sem calorias.
As evidências apontam para o fato de que a restrição calórica funciona em humanos assim como em animais.
Provas concretas
A evidência de que dietas de restrição calórica expandem a expectativa de vida é sólida em roedores. Um estudo de 2006 mostrou que comendo apenas 8% menos e fazendo um pouco mais exercícios, se pode reduzir, e até reverter, o envelhecimento celular e danos em órgãos.
Vários estudos mostraram que cortar entre 20 e 40% das calorias estende a vida e, com um pouco de exercício, deixa os animais velhos em melhor forma.
Ingerir menos calorias também reduz incidência de doenças crônicas como câncer, doença cardíaca e derrame. Isso é importante porque sugere maneiras não apenas de vivermos mais, mas de envelhecermos com mais saúde.
No ano passado um estudo descobriu que ratos em dietas de baixas calorias estavam em melhor forma física na velhice, diminuindo as chances de deficiências físicas. Os ratos tinham também melhor aparência e possivelmente sentiam-se melhor. Aqueles com dietas normais perdiam quantidades significativas de tecido magro e adquiriam mais gordura, enquanto aqueles em dietas de baixas calorias mantiveram a massa magra enquanto envelheciam.
Roedores são bons análogos da fisiologia humana. Cães são ainda melhores.
Um estudo de 14 anos, feito com 48 Labradores Retrievers, descobriu que restringir sua dieta em 25% a partir das 8 semanas de idade estendeu suas vidas uma média de 1,8 anos. Para um animal que não passa da primeira adolescência esse é um grande número.
O estudo também mostrou que um corpo mais magro atrasa o surgimento de algumas doenças crônicas como osteoartrite. Este tipo de doenças da senilidade atingiu os cães que estavam em dietas de restrição calórica 2,1 anos mais tarde do que em outros.
Possivelmente funciona em humanos
Convencer humanos a comer menos e estudar os efeitos ao longo de uma vida é muito mais difícil. Mas uma pilha cada vez maior de pesquisas sugere que o que funciona em ratos e cães parece ser verdade em humanos.
Existem estudos sendo feitos com primatas que vivem entre 25 e 30 anos, e as indicações iniciais já são promissoras.
Um estudo em humanos em 2007 mostrou que cortar calorias em humanos reduz o dano oxidante em células musculares. Este efeito pode resultar em uma vida mais longa.
Mas os pesquisadores avisam que a natureza humana não facilita uma restrição calórica que dure a vida toda.
Buscando o equilíbrio
Sofrer anos para manter-se super magro não vai ajudar muito em termos de longevidade. A idéia de “viver para sempre” é comumente noticiada pela mídia. Tente manter um corpo saudável, mas não se prive de todos os prazeres. Moderação é uma solução mais inteligente.
E roedores são um bom exemplo disso: Camundongos vivem mais se a ingestão de calorias for reduzida em 10%. Se você restringir 20% eles vivem mais ainda. Corte suas calorias para a metade e eles irão viver ainda mais. Mas se você cortar 60% de suas calorias eles irão morrer de fome.
De acordo com pesquisadores não há nada no horizonte que estenda a longevidade em dez ou mais anos, até o momento.
Grande promessa
Outros especialistas estão otimistas que a pesquisa em dietas de restrição calórica levará a desenvolvimentos mais importantes.
Cientistas estão investigando compostos chamados de CR mimetics, compostos que imitam os efeitos da restrição calórica. Um destes elementos, que tem recebido bastante atenção, é o resveratrol, encontrado na casca de uvas roxas e, conseqüentemente, no vinho tinto.
A dieta dos franceses é rica em gordura, mesmo assim eles vivem vidas relativamente longas. O resveratrol e outros componentes do vinho tinto podem ser os responsáveis para esta vida boa.
Pesquisadores pensam que os esforços de vários ângulos combinados podem estender a vida em até 15 anos até o final deste século.
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Atraso na entrega de imóveis e o direito do cosumidor
Atraso na Entrega de Imóveis e o Direito do Consumidor
Publicidade O momento é de super aquecimento do mercado imobiliário. A televisão diariamente traz anúncios publicitários de novos imóveis. Ao sair às ruas, prédios e mais prédios sendo erguidos por quase toda a cidade. Nos semáforos, inevitavelmente, panfletos de algum novo empreendimento. É o mercado que comercializa o sonho da casa própria comemorando resultados excepcionais.
Com tanta demanda no mercado, porém, muitas construtoras não conseguem concluir a obra no prazo previsto. É quando o sonho de muitos consumidores se transforma em pesadelo. Transtornos variados, frustração e prejuízos são o resultado dos atrasos das obras. O que diz o Direito do Consumidor a cerca de problemas como esse?
Primeiramente, é preciso esclarecer aos consumidores que nem tudo que está presente nos contratos de Compra e Venda com as construtoras é legal. Esses contratos são de adesão, aonde as cláusulas são pré-formuladas e impostas aos adquirentes, não admitindo discussão sobre o seu conteúdo. Dessa forma elas incluem várias cláusulas abusivas, apostando no desconhecimento da população acerca da legislação de consumo.
Uma das cláusulas abusivas mais comuns é a que oferece à empresa um prazo excessivamente dilatado para a entrega da obra, quase sempre sem previsão de multas ou outras penalidades. A cláusula contempla a data prevista para a conclusão do empreendimento, porém, com tolerância de 90 dias, prorrogáveis por mais 120, 180 e até 270 dias em alguns casos. São evidentemente desproporcionais tais estipulações, já que em contrapartida as obrigações contratuais para os adquirentes são sempre específicas, determinadas e com penalidades pesadas.
Por outro lado, o Direito do Consumidor é um micro-sistema jurídico que reconhece a desproporção de forças entre fornecedores e consumidores, sendo dotado de normas que são verdadeiros mecanismos de proteção à vulnerabilidade da parte mais fraca. No caso específico, o CDC institui entre o rol de direitos básicos dos consumidores "a modificação de cláusulas contratuais que estabeleçam prestações desproporcionais" (art. 6º,V). Já o art. 51 do mesmo código estatui:
"São nulas de pleno direito, entre outras, as cláusulas contratuais relativamente ao fornecimento de produtos e serviços que:
IV - estabeleçam obrigações consideradas iníquas, abusivas, que coloquem o consumidor em desvantagem exagerada, ou sejam incompatíveis com a boa-fé ou a equidade".
Assim, toda vez que ocorrer demora excessiva na entrega de imóvel, mesmo existindo cláusula de tolerância que estenda o prazo original, o consumidor poderá ingressar em juízo para ver declarada a abusividade de tal disposição, além de buscar o ressarcimento de prejuízos que eventualmente tenha suportado.
Existem vários casos de consumidores que vendem o imóvel anterior confiando no prazo de entrega e acabam tendo que pagar aluguel por conta do atraso. Outros adquirem um imóvel maior planejando a chegada de um filho em data próxima à previsão de conclusão do empreendimento e sofrem prejuízos e frustrações em suas expectativas. Há os que organizam o casamento em face do prazo da construtora e regressam da lua-de-mel sem ter o sonhado lar doce lar.
Enfim, os atrasos sempre geram inúmeros dissabores e prejuízos para os consumidores, que, com amparo no Código de Defesa do Consumidor, podem ingressar em juízo buscando a reparação através de ações de indenização por danos materiais e morais. Nos casos mais graves, o juiz poderá até fixar multa diária contra a construtora, até a data da entrega, forçando, assim, a aceleração da conclusão da obra. Fique atento, consumidor inteligente é consumidor bem informado.
Publicidade O momento é de super aquecimento do mercado imobiliário. A televisão diariamente traz anúncios publicitários de novos imóveis. Ao sair às ruas, prédios e mais prédios sendo erguidos por quase toda a cidade. Nos semáforos, inevitavelmente, panfletos de algum novo empreendimento. É o mercado que comercializa o sonho da casa própria comemorando resultados excepcionais.
Com tanta demanda no mercado, porém, muitas construtoras não conseguem concluir a obra no prazo previsto. É quando o sonho de muitos consumidores se transforma em pesadelo. Transtornos variados, frustração e prejuízos são o resultado dos atrasos das obras. O que diz o Direito do Consumidor a cerca de problemas como esse?
Primeiramente, é preciso esclarecer aos consumidores que nem tudo que está presente nos contratos de Compra e Venda com as construtoras é legal. Esses contratos são de adesão, aonde as cláusulas são pré-formuladas e impostas aos adquirentes, não admitindo discussão sobre o seu conteúdo. Dessa forma elas incluem várias cláusulas abusivas, apostando no desconhecimento da população acerca da legislação de consumo.
Uma das cláusulas abusivas mais comuns é a que oferece à empresa um prazo excessivamente dilatado para a entrega da obra, quase sempre sem previsão de multas ou outras penalidades. A cláusula contempla a data prevista para a conclusão do empreendimento, porém, com tolerância de 90 dias, prorrogáveis por mais 120, 180 e até 270 dias em alguns casos. São evidentemente desproporcionais tais estipulações, já que em contrapartida as obrigações contratuais para os adquirentes são sempre específicas, determinadas e com penalidades pesadas.
Por outro lado, o Direito do Consumidor é um micro-sistema jurídico que reconhece a desproporção de forças entre fornecedores e consumidores, sendo dotado de normas que são verdadeiros mecanismos de proteção à vulnerabilidade da parte mais fraca. No caso específico, o CDC institui entre o rol de direitos básicos dos consumidores "a modificação de cláusulas contratuais que estabeleçam prestações desproporcionais" (art. 6º,V). Já o art. 51 do mesmo código estatui:
"São nulas de pleno direito, entre outras, as cláusulas contratuais relativamente ao fornecimento de produtos e serviços que:
IV - estabeleçam obrigações consideradas iníquas, abusivas, que coloquem o consumidor em desvantagem exagerada, ou sejam incompatíveis com a boa-fé ou a equidade".
Assim, toda vez que ocorrer demora excessiva na entrega de imóvel, mesmo existindo cláusula de tolerância que estenda o prazo original, o consumidor poderá ingressar em juízo para ver declarada a abusividade de tal disposição, além de buscar o ressarcimento de prejuízos que eventualmente tenha suportado.
Existem vários casos de consumidores que vendem o imóvel anterior confiando no prazo de entrega e acabam tendo que pagar aluguel por conta do atraso. Outros adquirem um imóvel maior planejando a chegada de um filho em data próxima à previsão de conclusão do empreendimento e sofrem prejuízos e frustrações em suas expectativas. Há os que organizam o casamento em face do prazo da construtora e regressam da lua-de-mel sem ter o sonhado lar doce lar.
Enfim, os atrasos sempre geram inúmeros dissabores e prejuízos para os consumidores, que, com amparo no Código de Defesa do Consumidor, podem ingressar em juízo buscando a reparação através de ações de indenização por danos materiais e morais. Nos casos mais graves, o juiz poderá até fixar multa diária contra a construtora, até a data da entrega, forçando, assim, a aceleração da conclusão da obra. Fique atento, consumidor inteligente é consumidor bem informado.
domingo, 19 de dezembro de 2010
Morte de inocentes
Sabemos que a ação delituosa, nas suas mais variadas modalidades, assusta a sociedade, que, na maioria das vezes, sem enxergar uma saída positiva para a manutenção da paz social, envereda por caminhos violentos, sugerindo, muitas vezes, a punição capital, ou seja, a morte como meio de superar esse problema.
A vida, esse bem inefável, dom do Criador de todas as coisas, é alvo constante de violência.
Na realidade, a epidemia de insegurança que nos assola é fruto da lamentável condição em que se encontra o Brasil. A violência é resultado da miséria social e moral que grassa em nossa terra. Enquanto somos pressionados a pagar uma dívida econômica contraída nos bancos internacionais e já saldada moralmente através do pagamento de juros astronômicos, nossas crianças nascem, crescem e morrem nas ruas. Enquanto uma parte da nossa classe dominante, rica, injusta e egoísta, mora em luxuosas mansões, trafega em carros importados, navega em suntuosos iates; enquanto políticos desonestos se locupletam com mensalões e mensalinhos, transferem fraudulentamente o produto da pilhagem para “paraísos fiscais”, ou em malas e cuecas, o dinheiro sujo subtraído do erário através de negociatas, pouco se importando com a grave desintegração social que se verifica no País.
Segundo dados do IBGE, 15,4das crianças brasileiras, com menos de cinco anos, sofrem de desnutrição crônica, quando a taxa considerada normal pela Organização mundial de Saúde (OMS) é de 3 No Nordeste, 27,3dessas crianças são desnutridas, convivendo com a fome desumana.
Os dados a respeito da nossa Pátria são assustadores. 67dos brasileiros não atingiram os níveis mínimos de consumo alimentar recomendados.
A taxa de morte na infância (64 óbitos por mil nascimentos) só é inferior, na América latina, aos de Honduras e Bolívia.
30da população de crianças e adolescentes (0 a 17 anos) vivem na pobreza absoluta. Diversos exemplos de dificuldades levam dor e drama à diversas cidades brasileiras.
As causas primárias da criminalidade se encontram numa sociedade egoísta, desumana e cruel, em que se exaltam os valores mundanos em detrimento do espírito, do altruísmo, da solidariedade, da liberdade, da igualdade e da fraternidade.
Portanto, a pobreza é resultante do amor excessivo ao bem próprio dos que muito possuem, sem consideração aos interesses alheios. Estes em grande maioria, à guisa de amontoarem bens em abundância, alimentam chagas sociais, desestimulam os programas de melhoria sócio-econômica e cultural, como também exploram o semelhante visando proveito pessoal.
Desde cedo tivemos em nossos pais e familiares na escola, no exército e na Ordem, guias que souberam nos ensinar a servir, respeitar e procurar a cada minuto de nossa vida travar uma batalha apoiados no bem e combatendo o mal, para transformar o mundo em algo cada dia melhor.
Tudo nos foi ensinado, colocando-nos numa situação privilegiada para analisar o tema com bastante propriedade. Que mágoa sentimos quando lemos ou ouvimos afirmações desconexas de homens que deveriam aproveitar sua inteligência para combater aquilo que é contrário à formação do ser humano.
Somos brasileiros e acostumados a conviver com crianças que nascem, crescem e sobrevivem no seio de famílias desajustadas, onde elas são espezinhadas, maltratadas, mal-alimentadas e esquecidas pela maioria da população, conhecendo ao longo do seu desenvolvimento a tristeza, a amargura, a fome, vivendo promiscuamente, muitas vezes dentro de um lar, onde pai, trabalhador desempregado, torna-se alcoólatra, e as mães que no afã de buscar sustento para os filhos abandonam as crianças em suas casas e sujeitam-se a exercer o subemprego. Estas humilhadas e maltratadas crianças crescem e, quando começam a falar e ter algum entendimento da vida, saem para as ruas, a fim de pedir esmolas.
Muitas, quando chegam à idade escolar, buscam a escola pela famigerada merenda que lá é oferecida, e não por causa do estudo. E, no entanto, são crianças com os mesmos direitos que qualquer outra. Ontem eram crianças carentes, que curtiram amargamente sua infância e adolescência, hoje são marginais e delinqüentes revoltados que passam fazer valer seus direitos através da violência, querem arrancar de qualquer maneira aquilo que lhes estão negando.
Quando atingem a maioridade, continuam seus crimes e violência, até que encontram a truculência do Estado, através da Justiça dos homens, sendo julgados, condenados e jogados em celas podres, sujas e inabitáveis. Nosso sistema penitenciário não recupera, armazena presos, seres humanos que a vida transformou em monstros e que são enjaulados como animais.
Devíamos lutar contra a impunidade dos ricos, dos sonegadores, dos corruptos, acabando de vez com o crime do “colarinho branco”, pois eles sabem o mal que fazem. Precisamos dar saúde, educação e alimentação para as crianças carentes.
E assim, analisando a situação social do Brasil de hoje, diante dos quadros pesarosos que nos oferece atualmente a criminalidade, concluímos a necessidade urgente do aprimoramento da sociedade humana para que se afinem com as Leis Divinas, seguindo o seu fluxo enobrecedor, laborando o aperfeiçoamento social em cada uma de suas etapas pedagógicas e orientadoras.
E diante dos males que hoje assustam, com a sua violência, a sociedade de nossos dias, deve buscar a necessária inspiração para que todas as criaturas possam conviver fraternalmente, numa sociedade justa, na qual os benefícios do trabalho, do desenvolvimento e do progresso constante possam ser repartidos eqüitativamente.
Desse modo, amparadas por um projeto social de convivência fraterna, alicerçada em profundas bases educadoras, que as criaturas humanas, visualizadas como homens e almas, possam ter a necessária oportunidade de, passo a passo, atingir o fim essencial para o qual fomos criados: o Bem.
A vida, esse bem inefável, dom do Criador de todas as coisas, é alvo constante de violência.
Na realidade, a epidemia de insegurança que nos assola é fruto da lamentável condição em que se encontra o Brasil. A violência é resultado da miséria social e moral que grassa em nossa terra. Enquanto somos pressionados a pagar uma dívida econômica contraída nos bancos internacionais e já saldada moralmente através do pagamento de juros astronômicos, nossas crianças nascem, crescem e morrem nas ruas. Enquanto uma parte da nossa classe dominante, rica, injusta e egoísta, mora em luxuosas mansões, trafega em carros importados, navega em suntuosos iates; enquanto políticos desonestos se locupletam com mensalões e mensalinhos, transferem fraudulentamente o produto da pilhagem para “paraísos fiscais”, ou em malas e cuecas, o dinheiro sujo subtraído do erário através de negociatas, pouco se importando com a grave desintegração social que se verifica no País.
Segundo dados do IBGE, 15,4das crianças brasileiras, com menos de cinco anos, sofrem de desnutrição crônica, quando a taxa considerada normal pela Organização mundial de Saúde (OMS) é de 3 No Nordeste, 27,3dessas crianças são desnutridas, convivendo com a fome desumana.
Os dados a respeito da nossa Pátria são assustadores. 67dos brasileiros não atingiram os níveis mínimos de consumo alimentar recomendados.
A taxa de morte na infância (64 óbitos por mil nascimentos) só é inferior, na América latina, aos de Honduras e Bolívia.
30da população de crianças e adolescentes (0 a 17 anos) vivem na pobreza absoluta. Diversos exemplos de dificuldades levam dor e drama à diversas cidades brasileiras.
As causas primárias da criminalidade se encontram numa sociedade egoísta, desumana e cruel, em que se exaltam os valores mundanos em detrimento do espírito, do altruísmo, da solidariedade, da liberdade, da igualdade e da fraternidade.
Portanto, a pobreza é resultante do amor excessivo ao bem próprio dos que muito possuem, sem consideração aos interesses alheios. Estes em grande maioria, à guisa de amontoarem bens em abundância, alimentam chagas sociais, desestimulam os programas de melhoria sócio-econômica e cultural, como também exploram o semelhante visando proveito pessoal.
Desde cedo tivemos em nossos pais e familiares na escola, no exército e na Ordem, guias que souberam nos ensinar a servir, respeitar e procurar a cada minuto de nossa vida travar uma batalha apoiados no bem e combatendo o mal, para transformar o mundo em algo cada dia melhor.
Tudo nos foi ensinado, colocando-nos numa situação privilegiada para analisar o tema com bastante propriedade. Que mágoa sentimos quando lemos ou ouvimos afirmações desconexas de homens que deveriam aproveitar sua inteligência para combater aquilo que é contrário à formação do ser humano.
Somos brasileiros e acostumados a conviver com crianças que nascem, crescem e sobrevivem no seio de famílias desajustadas, onde elas são espezinhadas, maltratadas, mal-alimentadas e esquecidas pela maioria da população, conhecendo ao longo do seu desenvolvimento a tristeza, a amargura, a fome, vivendo promiscuamente, muitas vezes dentro de um lar, onde pai, trabalhador desempregado, torna-se alcoólatra, e as mães que no afã de buscar sustento para os filhos abandonam as crianças em suas casas e sujeitam-se a exercer o subemprego. Estas humilhadas e maltratadas crianças crescem e, quando começam a falar e ter algum entendimento da vida, saem para as ruas, a fim de pedir esmolas.
Muitas, quando chegam à idade escolar, buscam a escola pela famigerada merenda que lá é oferecida, e não por causa do estudo. E, no entanto, são crianças com os mesmos direitos que qualquer outra. Ontem eram crianças carentes, que curtiram amargamente sua infância e adolescência, hoje são marginais e delinqüentes revoltados que passam fazer valer seus direitos através da violência, querem arrancar de qualquer maneira aquilo que lhes estão negando.
Quando atingem a maioridade, continuam seus crimes e violência, até que encontram a truculência do Estado, através da Justiça dos homens, sendo julgados, condenados e jogados em celas podres, sujas e inabitáveis. Nosso sistema penitenciário não recupera, armazena presos, seres humanos que a vida transformou em monstros e que são enjaulados como animais.
Devíamos lutar contra a impunidade dos ricos, dos sonegadores, dos corruptos, acabando de vez com o crime do “colarinho branco”, pois eles sabem o mal que fazem. Precisamos dar saúde, educação e alimentação para as crianças carentes.
E assim, analisando a situação social do Brasil de hoje, diante dos quadros pesarosos que nos oferece atualmente a criminalidade, concluímos a necessidade urgente do aprimoramento da sociedade humana para que se afinem com as Leis Divinas, seguindo o seu fluxo enobrecedor, laborando o aperfeiçoamento social em cada uma de suas etapas pedagógicas e orientadoras.
E diante dos males que hoje assustam, com a sua violência, a sociedade de nossos dias, deve buscar a necessária inspiração para que todas as criaturas possam conviver fraternalmente, numa sociedade justa, na qual os benefícios do trabalho, do desenvolvimento e do progresso constante possam ser repartidos eqüitativamente.
Desse modo, amparadas por um projeto social de convivência fraterna, alicerçada em profundas bases educadoras, que as criaturas humanas, visualizadas como homens e almas, possam ter a necessária oportunidade de, passo a passo, atingir o fim essencial para o qual fomos criados: o Bem.
Pena de morte
Não é eliminando o cidadão que desaparecem as raízes da criminalidade.
Sabemos que a ação delituosa, nas suas mais variadas modalidades, assusta a sociedade, que, na maioria das vezes, sem enxergar uma saída positiva para a manutenção da paz social, envereda por caminhos violentos, optando, muitas vezes, para a punição capital, ou seja, a morte do autor do delito.
A vida, esse bem inefável, dom do Criador de todas as coisas, é alvo constante de violência.
Ao lado dos conflitos de toda ordem – guerras entre nações, grupos étnicos ou religiosos – os atentados individuais contra a vida do semelhante são constantes.
A pena de morte imposta pelas legislações de, praticamente, todas as nações organizadas, no passado e no presente é, sem dúvida, uma das concepções, instituídas em leis, mais tristes e inconseqüentes, oriundas da ignorância em que ainda se encontra o homem no princípio do 3º Milênio da Era Cristã.
Tal procedimento vem ocorrendo há milênios. Os tipos de execução variam muito, dependendo do clamor popular por um castigo maior e do grau do delito cometido. Daí sabermos da execução pela guilhotina (França); pela forca; pela cruz, entre os judeus; execução pela arma de fogo; e, mais recentemente, pela câmara de gás, cadeira elétrica e injeção letal, nos EUA. Devemos ressaltar que, dos cento e trinta países do nosso planeta que ainda mantêm a pena de morte, alguns utilizam como uma forma profundamente pedagógica, objetivando a inibição da criminalidade, exemplo das duas Coréias, que executam os seus réus no centro de um estádio de esportes, obrigando a todos, principalmente os jovens, a assistirem.
Apesar de toda essa barbárie, podemos verificar, através de pesquisas inteiramente confiáveis, que esses métodos – “práticas pedagógicas” – não inibiram o aumento dos crimes. Muito pelo contrário, em muitos casos se constatou um acentuado aumento da criminalidade.
Desde cedo tivemos em nossos pais e familiares guias que souberam nos ensinar a servir, respeitar e procurar a cada minuto de nossa vida travar uma batalha apoiados no bem e combatendo o mal, para transformar o mundo em algo cada dia melhor.
Tudo nos foi ensinado com carinho, colocando-nos numa situação privilegiada para analisar o tema com bastante propriedade. Que mágoa sentimos quando lemos ou ouvimos afirmações desconexas de homens que deveriam aproveitar sua inteligência para combater aquilo que é contrário à formação de ser humano; devemos encaminhar o homem e não eliminar o ser humano, como se isto fosse a solução para tudo. Não possuímos poderes para determinar quem deve ou não morrer. Devemos utilizar nossas potencialidades para transformar o mundo e torná-lo cada vez melhor.
Somos brasileiros e acostumados a conviver com crianças que nascem, crescem e sobrevivem no seio de famílias desajustadas, onde elas são espezinhadas, maltratadas, mal-alimentadas e esquecidas pela maioria da população, conhecendo ao longo do seu desenvolvimento a tristeza, a amargura, a fome, vivendo promiscuamente, muitas vezes dentro de um lar, onde pai, trabalhador desempregado, torna-se alcoólatra, e as mães que no afã de buscar sustento para os filhos abandonam as crianças em suas casas e sujeitam-se a exercer o subemprego. Estas humilhadas e maltratadas crianças crescem e, quando começam a falar e ter algum entendimento da vida, saem para as ruas, a fim de pedir esmolas.
Muitas, quando chegam nessa idade, fazem valer seus direitos através da violência, querem arrancar de qualquer maneira aquilo que estão lhes negando. Buscam a escola pela famigerada merenda que lá é oferecida, e não por causa do estudo. E, no entanto, são crianças com os mesmos direitos que qualquer outra. Ontem eram crianças carentes, hoje são marginais e delinqüentes.
Quando atingem a maioridade, continuam seus crimes e violência, até que encontram a truculência do Estado, através da Justiça dos homens, sendo julgados, condenados e jogados em celas podres, sujas e inabitáveis. Nosso sistema penitenciário não recupera, armazena presos, seres humanos que a vida transformou em monstros e que são enjaulados como animais.
Nas campanhas eleitorais os políticos mostram as crianças como troféus, elas são lembradas apenas para a caça aos votos. Mal sabem estes maus políticos que as pequenas criaturas curtem amargamente sua infância e adolescência, tornando-se marginais revoltados.
Ao invés de pena de morte devíamos lutar contra a impunidade dos ricos, dos sonegadores, dos corruptos, acabando de vez com o crime do “colarinho branco”, pois eles sabem o mal que fazem. Precisamos dar saúde, educação e alimentação para as crianças. Mas para os que pensam que a pena de morte é a solução, que Deus tenha piedade deles.
E assim, analisando a questão da pena de morte, mesmo diante dos quadros pesarosos que nos oferece atualmente a criminalidade, considerando, porém, e que já expusemos, quando nos referimos às práticas (inócuas) de extermínio da vida humana como solução para o combate ao crime, chegamos à conclusão de que a vida na sociedade jamais deve ser interrompida como solução para os males que hoje afligem a sociedade.
Ao contrário, é preciso que a sociedade evolua em seus conceitos sobre a vida e a morte, enxergando o homem como criatura de Deus, portanto, abonada pela Misericórdia Divina.
A proposta é da substituição de pena de morte, em todas as legislações, pela reeducação do criminoso, como meio de defesa da vida.
Finalmente, condenando a pena de morte, é preciso que a sociedade humana se aprimore e se afinize com as Leis Divinas, seguindo o seu fluxo enobrecedor, laborando o aperfeiçoamento social em cada uma de suas etapas pedagógicas e orientadoras.
E diante dos males que hoje assustam, com a sua violência, a sociedade de nossos dias, deve buscar a necessária inspiração para que todas as criaturas possam conviver fraternalmente, numa sociedade justa, na qual os benefícios do trabalho, do desenvolvimento e do progresso constante possam ser repartidos eqüitativamente.
Desse modo, amparadas por um projeto social de convivência fraterna, alicerçada em profundas bases educadoras, que as criaturas humanas, visualizadas como homens e almas, possam ter a necessária oportunidade de, passo a passo, atingir o fim essencial para o qual foram criadas: o Bem.
Pensar em pena de morte e atentar contra as leis da vida, é querer tomar na mão o privilégio de Deus.
Claro que o julgamento tem de ser feito e o castigo tem de ser dado. Mas pagar morte com morte é ultrapassar os limites. Afinal, nós não temos poderes divinos, somos apenas homens – ou, melhor, seres humanos.
Sabemos que a ação delituosa, nas suas mais variadas modalidades, assusta a sociedade, que, na maioria das vezes, sem enxergar uma saída positiva para a manutenção da paz social, envereda por caminhos violentos, optando, muitas vezes, para a punição capital, ou seja, a morte do autor do delito.
A vida, esse bem inefável, dom do Criador de todas as coisas, é alvo constante de violência.
Ao lado dos conflitos de toda ordem – guerras entre nações, grupos étnicos ou religiosos – os atentados individuais contra a vida do semelhante são constantes.
A pena de morte imposta pelas legislações de, praticamente, todas as nações organizadas, no passado e no presente é, sem dúvida, uma das concepções, instituídas em leis, mais tristes e inconseqüentes, oriundas da ignorância em que ainda se encontra o homem no princípio do 3º Milênio da Era Cristã.
Tal procedimento vem ocorrendo há milênios. Os tipos de execução variam muito, dependendo do clamor popular por um castigo maior e do grau do delito cometido. Daí sabermos da execução pela guilhotina (França); pela forca; pela cruz, entre os judeus; execução pela arma de fogo; e, mais recentemente, pela câmara de gás, cadeira elétrica e injeção letal, nos EUA. Devemos ressaltar que, dos cento e trinta países do nosso planeta que ainda mantêm a pena de morte, alguns utilizam como uma forma profundamente pedagógica, objetivando a inibição da criminalidade, exemplo das duas Coréias, que executam os seus réus no centro de um estádio de esportes, obrigando a todos, principalmente os jovens, a assistirem.
Apesar de toda essa barbárie, podemos verificar, através de pesquisas inteiramente confiáveis, que esses métodos – “práticas pedagógicas” – não inibiram o aumento dos crimes. Muito pelo contrário, em muitos casos se constatou um acentuado aumento da criminalidade.
Desde cedo tivemos em nossos pais e familiares guias que souberam nos ensinar a servir, respeitar e procurar a cada minuto de nossa vida travar uma batalha apoiados no bem e combatendo o mal, para transformar o mundo em algo cada dia melhor.
Tudo nos foi ensinado com carinho, colocando-nos numa situação privilegiada para analisar o tema com bastante propriedade. Que mágoa sentimos quando lemos ou ouvimos afirmações desconexas de homens que deveriam aproveitar sua inteligência para combater aquilo que é contrário à formação de ser humano; devemos encaminhar o homem e não eliminar o ser humano, como se isto fosse a solução para tudo. Não possuímos poderes para determinar quem deve ou não morrer. Devemos utilizar nossas potencialidades para transformar o mundo e torná-lo cada vez melhor.
Somos brasileiros e acostumados a conviver com crianças que nascem, crescem e sobrevivem no seio de famílias desajustadas, onde elas são espezinhadas, maltratadas, mal-alimentadas e esquecidas pela maioria da população, conhecendo ao longo do seu desenvolvimento a tristeza, a amargura, a fome, vivendo promiscuamente, muitas vezes dentro de um lar, onde pai, trabalhador desempregado, torna-se alcoólatra, e as mães que no afã de buscar sustento para os filhos abandonam as crianças em suas casas e sujeitam-se a exercer o subemprego. Estas humilhadas e maltratadas crianças crescem e, quando começam a falar e ter algum entendimento da vida, saem para as ruas, a fim de pedir esmolas.
Muitas, quando chegam nessa idade, fazem valer seus direitos através da violência, querem arrancar de qualquer maneira aquilo que estão lhes negando. Buscam a escola pela famigerada merenda que lá é oferecida, e não por causa do estudo. E, no entanto, são crianças com os mesmos direitos que qualquer outra. Ontem eram crianças carentes, hoje são marginais e delinqüentes.
Quando atingem a maioridade, continuam seus crimes e violência, até que encontram a truculência do Estado, através da Justiça dos homens, sendo julgados, condenados e jogados em celas podres, sujas e inabitáveis. Nosso sistema penitenciário não recupera, armazena presos, seres humanos que a vida transformou em monstros e que são enjaulados como animais.
Nas campanhas eleitorais os políticos mostram as crianças como troféus, elas são lembradas apenas para a caça aos votos. Mal sabem estes maus políticos que as pequenas criaturas curtem amargamente sua infância e adolescência, tornando-se marginais revoltados.
Ao invés de pena de morte devíamos lutar contra a impunidade dos ricos, dos sonegadores, dos corruptos, acabando de vez com o crime do “colarinho branco”, pois eles sabem o mal que fazem. Precisamos dar saúde, educação e alimentação para as crianças. Mas para os que pensam que a pena de morte é a solução, que Deus tenha piedade deles.
E assim, analisando a questão da pena de morte, mesmo diante dos quadros pesarosos que nos oferece atualmente a criminalidade, considerando, porém, e que já expusemos, quando nos referimos às práticas (inócuas) de extermínio da vida humana como solução para o combate ao crime, chegamos à conclusão de que a vida na sociedade jamais deve ser interrompida como solução para os males que hoje afligem a sociedade.
Ao contrário, é preciso que a sociedade evolua em seus conceitos sobre a vida e a morte, enxergando o homem como criatura de Deus, portanto, abonada pela Misericórdia Divina.
A proposta é da substituição de pena de morte, em todas as legislações, pela reeducação do criminoso, como meio de defesa da vida.
Finalmente, condenando a pena de morte, é preciso que a sociedade humana se aprimore e se afinize com as Leis Divinas, seguindo o seu fluxo enobrecedor, laborando o aperfeiçoamento social em cada uma de suas etapas pedagógicas e orientadoras.
E diante dos males que hoje assustam, com a sua violência, a sociedade de nossos dias, deve buscar a necessária inspiração para que todas as criaturas possam conviver fraternalmente, numa sociedade justa, na qual os benefícios do trabalho, do desenvolvimento e do progresso constante possam ser repartidos eqüitativamente.
Desse modo, amparadas por um projeto social de convivência fraterna, alicerçada em profundas bases educadoras, que as criaturas humanas, visualizadas como homens e almas, possam ter a necessária oportunidade de, passo a passo, atingir o fim essencial para o qual foram criadas: o Bem.
Pensar em pena de morte e atentar contra as leis da vida, é querer tomar na mão o privilégio de Deus.
Claro que o julgamento tem de ser feito e o castigo tem de ser dado. Mas pagar morte com morte é ultrapassar os limites. Afinal, nós não temos poderes divinos, somos apenas homens – ou, melhor, seres humanos.
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Suco de romã no cancer de próstata
Pesquisadores identificaram componentes no suco de romã que podem inibir os movimento de células cancerosas e a metástase do câncer de próstata.
Pesquisadores da Universidade Riverside, da Califórnia, identificaram componentes no suco de romã que podem inibir os movimento de células cancerosas e a metástase do câncer de próstata.
A descoberta, diz Manuela Martins-Green, uma das pesquisadoras, pode ainda ter impacto no tratamento de outros tipos de câncer.
Quando o câncer de próstata reaparece no paciente depois de tratamentos como cirurgia e/ou radiação, geralmente o próximo passo é a supressão do hormônio masculino testosterona, um tratamento que inibe o crescimento das células cancerosas, pois elas precisam do hormônio para crescer.
Mas, com o tempo, o câncer desenvolve formas de resistir também a esse tratamento, se transforma em um câncer muito agressivo e sua metástase ataca a medula óssea, pulmões, nódulos linfáticos e geralmente resulta na morte do paciente.
Suco de romã contra o câncer
O laboratório americano aplicou o suco de romã em células de câncer de próstata cultivadas em laboratório que já eram resistentes à testosterona - quanto mais resistente à testosterona uma célula cancerosa é, maior é a sua tendência à metástase.
Os pesquisadores então descobriram que as células tratadas com o suco de romã que não morreram com o tratamento mostraram uma maior adesão, o que significa que menos células se separavam, e também queda na movimentação dessas células.
Em seguida os pesquisadores identificaram os grupos ativos de ingrediente no suco de romã que tiveram impacto molecular na adesão das células e na migração de células cancerosas no câncer de próstata já em estado de metástase.
"Depois de identificá-los, agora podemos modificar os componentes inibidores do câncer no suco de romã para melhorar suas funções e fazer com que eles sejam mais eficazes na prevenção da metástase do câncer de próstata, levando a terapias com remédios mais eficazes", disse Manuela Martins-Green.
Genes e proteínas
A pesquisadora afirma que a descoberta pode ter impacto no tratamento de outros tipos de câncer.
"Devido (ao fato de) os genes e proteínas envolvidas no movimento das células de câncer de próstata serem essencialmente os mesmos que os envolvidos no movimento de células em outros tipos de câncer, os mesmos componentes modificados do suco poderão ter um impacto muito mais amplo no tratamento do câncer", afirmou.
Manuela Martins-Green explicou ainda que uma proteína importante produzida na medula óssea leva as células cancerosas a se mover para a medula onde elas poderão formar novos tumores.
"Mostramos que o suco de romã inibe a função dessa proteína e, assim, esse suco tem o potencial de evitar a metástase das células do câncer de próstata para a medula", disse.
Os próximos planos da pesquisadora são fazer testes adicionais em um organismo vivo com câncer de próstata em fase de metástase para determinar se os mesmos componentes que foram eficazes nas células cultivadas em laboratório poderão evitar a metástase sem efeitos colaterais.
Pesquisadores da Universidade Riverside, da Califórnia, identificaram componentes no suco de romã que podem inibir os movimento de células cancerosas e a metástase do câncer de próstata.
A descoberta, diz Manuela Martins-Green, uma das pesquisadoras, pode ainda ter impacto no tratamento de outros tipos de câncer.
Quando o câncer de próstata reaparece no paciente depois de tratamentos como cirurgia e/ou radiação, geralmente o próximo passo é a supressão do hormônio masculino testosterona, um tratamento que inibe o crescimento das células cancerosas, pois elas precisam do hormônio para crescer.
Mas, com o tempo, o câncer desenvolve formas de resistir também a esse tratamento, se transforma em um câncer muito agressivo e sua metástase ataca a medula óssea, pulmões, nódulos linfáticos e geralmente resulta na morte do paciente.
Suco de romã contra o câncer
O laboratório americano aplicou o suco de romã em células de câncer de próstata cultivadas em laboratório que já eram resistentes à testosterona - quanto mais resistente à testosterona uma célula cancerosa é, maior é a sua tendência à metástase.
Os pesquisadores então descobriram que as células tratadas com o suco de romã que não morreram com o tratamento mostraram uma maior adesão, o que significa que menos células se separavam, e também queda na movimentação dessas células.
Em seguida os pesquisadores identificaram os grupos ativos de ingrediente no suco de romã que tiveram impacto molecular na adesão das células e na migração de células cancerosas no câncer de próstata já em estado de metástase.
"Depois de identificá-los, agora podemos modificar os componentes inibidores do câncer no suco de romã para melhorar suas funções e fazer com que eles sejam mais eficazes na prevenção da metástase do câncer de próstata, levando a terapias com remédios mais eficazes", disse Manuela Martins-Green.
Genes e proteínas
A pesquisadora afirma que a descoberta pode ter impacto no tratamento de outros tipos de câncer.
"Devido (ao fato de) os genes e proteínas envolvidas no movimento das células de câncer de próstata serem essencialmente os mesmos que os envolvidos no movimento de células em outros tipos de câncer, os mesmos componentes modificados do suco poderão ter um impacto muito mais amplo no tratamento do câncer", afirmou.
Manuela Martins-Green explicou ainda que uma proteína importante produzida na medula óssea leva as células cancerosas a se mover para a medula onde elas poderão formar novos tumores.
"Mostramos que o suco de romã inibe a função dessa proteína e, assim, esse suco tem o potencial de evitar a metástase das células do câncer de próstata para a medula", disse.
Os próximos planos da pesquisadora são fazer testes adicionais em um organismo vivo com câncer de próstata em fase de metástase para determinar se os mesmos componentes que foram eficazes nas células cultivadas em laboratório poderão evitar a metástase sem efeitos colaterais.
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