Por Que Não Sentimos os Sabores Quando o Nariz Está Tapado?
A audição e a visão parecem ser os sentidos mais necessários para os humanos e é comum o tato e o paladar serem considerados mais significativos que o olfato.
Mas o que é o paladar sem o cheiro?
Muito limitado, na verdade. Os seres humanos conseguem reconhecer até dez mil aromas diferentes. O paladar, por outro lado, é limitado a quatro categorias básicas:
Doce
Salgado
Ácido e
Amargo
Cerca de 75% do que percebemos como gosto vêm, na realidade, do nosso sentido do olfato. A comida solta moléculas de odor reconhecidas pelo nosso cérebro.
Não é de admirar, portanto, que, quando o seu nariz está tapado, o seu paladar seja prejudicado.
segunda-feira, 15 de março de 2010
Dica
Ração Humana
A Ração Humana que vem sendo muito difundida pelos adeptos à qualidade de vida é um suplemento alimentar à base de cereais integrais e sua principal função tem como objetivo a perda de peso, além de proporcionar uma pele e cabelos saudáveis.
É um produto natural rico em vitaminas, fibras, ferro, cálcio, fósforo e antioxidantes. Por conter alto teor de fibras, a Ração Humana auxilia no combate ás gorduras e ao colesterol, dá firmeza à pele e regulariza o intestino naturalmente.
Mas é bom lembrar que, é sempre necessário tomar muita água. O produto deve ser consumido até 3 colheres de sopa ao dia, substituindo uma refeição. É o necessário para você manter sua saúde e a boa forma.
Ingredientes:
Os principais ingredientes que compõem a Ração Humana são a linhaça, fibras de trigo, colágeno, gergelim, gérmem de trigo, amêndoa, castanha, açúcar mascavo, leite de soja e aveia.
Modo de preparar:
Utilize a mesma quantidade de cada componente. A porção recomendada é de 50 gramas de cada componente. Bata no liquidificador os ingredientes que não sejam em pó e depois misture os. Guarde em vidros limpos e secos, bem fechados. Conserve em geladeira, por no máximo 15 dias.
A Ração Humana que vem sendo muito difundida pelos adeptos à qualidade de vida é um suplemento alimentar à base de cereais integrais e sua principal função tem como objetivo a perda de peso, além de proporcionar uma pele e cabelos saudáveis.
É um produto natural rico em vitaminas, fibras, ferro, cálcio, fósforo e antioxidantes. Por conter alto teor de fibras, a Ração Humana auxilia no combate ás gorduras e ao colesterol, dá firmeza à pele e regulariza o intestino naturalmente.
Mas é bom lembrar que, é sempre necessário tomar muita água. O produto deve ser consumido até 3 colheres de sopa ao dia, substituindo uma refeição. É o necessário para você manter sua saúde e a boa forma.
Ingredientes:
Os principais ingredientes que compõem a Ração Humana são a linhaça, fibras de trigo, colágeno, gergelim, gérmem de trigo, amêndoa, castanha, açúcar mascavo, leite de soja e aveia.
Modo de preparar:
Utilize a mesma quantidade de cada componente. A porção recomendada é de 50 gramas de cada componente. Bata no liquidificador os ingredientes que não sejam em pó e depois misture os. Guarde em vidros limpos e secos, bem fechados. Conserve em geladeira, por no máximo 15 dias.
terça-feira, 9 de março de 2010
Disfunção erétil
Mitos e verdades sobre a medicação para disfunção erétil
O que é a medicação para disfunção erétil?
Normalmente, quando se fala de medicação para disfunção erétil (DE), entende-se medicação oral. E medicação eficaz traduz-se por inibidores da fosfodiesterase tipo 5 (PDE5), em que o princípio ativo sildenafil foi o precursor desta alternativa. Até 1998, não dispúnhamos de alternativas orais para o tratamento da DE.
Além da medicação oral, existem as medicações intracavernosas (prostaglandina E1, papaverina, fentolamina e clorpromazina) e as intra-uretrais (prostaglandina E1).
Como esses remédios funcionam no organismo?
Os inibidores da PDE5 bloqueiam esta enzima, que transforma o GMP cíclico em GMP, e desta maneira a musculatura lisa cavernosa do pênis, que deve ficar relaxada para obter/manter a ereção, entra em contração. Com estas drogas inibidoras da PDE5, consegue-se uma ereção mais rígida e mais prolongada.
Esses medicamentos funcionam para todos os graus de disfunção erétil?
Existem vários estudos nas mais diversas situações clínicas (diabetes, angina, hipertensão arterial, trauma raquimedular, etc.), onde existe resposta satisfatória frente a estas medicações, porém, quanto maior o grau de DE, isto é, maior a doença orgânica, menor pode ser a resposta às drogas orais.
Como deve ser utilizado?
Estas medicações alcançam concentrações séricas que permitem a sua ação em poucos minutos após a ingestão, mas é importante aguardar algum tempo, que é variável para cada indivíduo, até iniciar a atividade sexual. Praticamente não existe nenhum problema com a ingestão de bebidas alcoólicas ou qualquer tipo de alimentos. E o período de ação das drogas também é bastante variável, dependendo de cada organismo.
Quem pode usá-lo?
Qualquer indivíduo que apresente alguma queixa relacionada à função erétil pode utilizar estes medicamentos. Existe uma contra-indicação absoluta que são aqueles pacientes que fazem uso de nitratos, que são medicações para tratar a angina de peito.
As mulheres podem usá-lo?
Não existe comprovação científica, até o momento, sobre a vantagem do uso desta classe de medicamentos pelas mulheres, mas existe pesquisa.
Os medicamentos para disfunção erétil podem causar ataque cardíaco?
As drogas apresentam uma proteção para o miocárdio, que é o músculo cardíaco. Estes medicamentos não causam infarto do miocárdio. O que acontece é que alguns homens, que não têm uma função cardíaca boa, iniciam uma atividade sexual, utilizando os medicamentos, e apresentam um infarto que é decorrência da atividade física da relação sexual, e não tem correlação com os medicamentos.
Qual a duração destes medicamentos no organismo? É possível que um homem fique excitado por mais de 12 horas?
Estes medicamentos apresentam um tempo de ação bastante variável, durando desde algumas horas até mais de um dia. Isto não significa que o paciente fique em ereção por este período. É importante lembrar que as drogas não causam ereção, e sim, facilitam a ereção. Um indivíduo pode ficar excitado, mentalmente, por mais de 12 horas, mas não fica em ereção durante este tempo. Existe uma situação clínica, denominada priapismo, onde a ereção pode perdurar por muitas horas, mas isto é uma situação de urgência, e se não for resolvida rapidamente, pode causar danos irreparáveis para a musculatura peniana.
Como esses medicamentos agem no psicológico dos homens?
Como o indivíduo pode passar a ter melhores ereções, existe uma recuperação da auto-confiança e auto-estima, com o uso das medicações. E pode ocorrer uma certa dependência da medicação, no que diz respeito à segurança que a medicação proporciona ao indivíduo.
Estes medicamentos geram benefícios para um homem que não precisa desse tipo de medicamento?
Existem estudos demonstrando que pacientes normais, que não apresentam DE, têm apenas um prolongamento de período de latência entre uma ereção e outra, mas nenhum efeito sobre a qualidade das ereções.
Quais são os efeitos colaterais?
Os principais são: cefaléia, rubor facial, obstrução nasal e dor lombar.
Os medicamentos para disfunção podem levar ao vício?
Vício não é o termo correto, mas pode haver alguma "dependência" das drogas devido à resposta que elas oferecem.
É aconselhável o uso desses medicamentos por longos períodos?
Existem vários estudos recentes demonstrando o benefício das drogas utilizadas por longos períodos. Existe uma maior atividade da musculatura lisa cavernosa, o que é benéfico para o meio ambiente peniano.
Para fazer efeito, esses medicamentos têm que ser tomados uma hora antes das refeições? Se misturado com bebida alcoólica, eles perdem o efeito?
Atualmente, não existem mais restrições em relação às refeições ou bebidas alcoólicas.
O que estes medicamentos trouxeram de mudanças para o homem?
Houve uma verdadeira revolução no tratamento da sexualidade, bem como na forma que os homens, em geral, passaram a encarar e discutir a sexualidade. Muitos deles conseguiram conversar mais abertamente sobre o assunto, o que não acontecia de forma tão "tranqüila" antes do surgimento do sildenafil. E também ficou muito mais fácil o tratamento, pois surgiram medicamentos eficazes e simples de serem utilizados, isto é, por via oral e apenas para ter atividade sexual.
Esses medicamentos melhoram a qualidade do sexo?
Sem dúvida, pois como melhoram a qualidade das ereções, consequentemente melhoram a qualidade do sexo . Isto é confirmado por pacientes e parceiras, em múltiplas pesquisas publicadas na literatura médica.
Houve avanços nesses medicamentos?
Há quatro drogas, disponíveis no mercado, pertencentes a esta classe de medicamentos (inibidores da PDE5).
O que é a medicação para disfunção erétil?
Normalmente, quando se fala de medicação para disfunção erétil (DE), entende-se medicação oral. E medicação eficaz traduz-se por inibidores da fosfodiesterase tipo 5 (PDE5), em que o princípio ativo sildenafil foi o precursor desta alternativa. Até 1998, não dispúnhamos de alternativas orais para o tratamento da DE.
Além da medicação oral, existem as medicações intracavernosas (prostaglandina E1, papaverina, fentolamina e clorpromazina) e as intra-uretrais (prostaglandina E1).
Como esses remédios funcionam no organismo?
Os inibidores da PDE5 bloqueiam esta enzima, que transforma o GMP cíclico em GMP, e desta maneira a musculatura lisa cavernosa do pênis, que deve ficar relaxada para obter/manter a ereção, entra em contração. Com estas drogas inibidoras da PDE5, consegue-se uma ereção mais rígida e mais prolongada.
Esses medicamentos funcionam para todos os graus de disfunção erétil?
Existem vários estudos nas mais diversas situações clínicas (diabetes, angina, hipertensão arterial, trauma raquimedular, etc.), onde existe resposta satisfatória frente a estas medicações, porém, quanto maior o grau de DE, isto é, maior a doença orgânica, menor pode ser a resposta às drogas orais.
Como deve ser utilizado?
Estas medicações alcançam concentrações séricas que permitem a sua ação em poucos minutos após a ingestão, mas é importante aguardar algum tempo, que é variável para cada indivíduo, até iniciar a atividade sexual. Praticamente não existe nenhum problema com a ingestão de bebidas alcoólicas ou qualquer tipo de alimentos. E o período de ação das drogas também é bastante variável, dependendo de cada organismo.
Quem pode usá-lo?
Qualquer indivíduo que apresente alguma queixa relacionada à função erétil pode utilizar estes medicamentos. Existe uma contra-indicação absoluta que são aqueles pacientes que fazem uso de nitratos, que são medicações para tratar a angina de peito.
As mulheres podem usá-lo?
Não existe comprovação científica, até o momento, sobre a vantagem do uso desta classe de medicamentos pelas mulheres, mas existe pesquisa.
Os medicamentos para disfunção erétil podem causar ataque cardíaco?
As drogas apresentam uma proteção para o miocárdio, que é o músculo cardíaco. Estes medicamentos não causam infarto do miocárdio. O que acontece é que alguns homens, que não têm uma função cardíaca boa, iniciam uma atividade sexual, utilizando os medicamentos, e apresentam um infarto que é decorrência da atividade física da relação sexual, e não tem correlação com os medicamentos.
Qual a duração destes medicamentos no organismo? É possível que um homem fique excitado por mais de 12 horas?
Estes medicamentos apresentam um tempo de ação bastante variável, durando desde algumas horas até mais de um dia. Isto não significa que o paciente fique em ereção por este período. É importante lembrar que as drogas não causam ereção, e sim, facilitam a ereção. Um indivíduo pode ficar excitado, mentalmente, por mais de 12 horas, mas não fica em ereção durante este tempo. Existe uma situação clínica, denominada priapismo, onde a ereção pode perdurar por muitas horas, mas isto é uma situação de urgência, e se não for resolvida rapidamente, pode causar danos irreparáveis para a musculatura peniana.
Como esses medicamentos agem no psicológico dos homens?
Como o indivíduo pode passar a ter melhores ereções, existe uma recuperação da auto-confiança e auto-estima, com o uso das medicações. E pode ocorrer uma certa dependência da medicação, no que diz respeito à segurança que a medicação proporciona ao indivíduo.
Estes medicamentos geram benefícios para um homem que não precisa desse tipo de medicamento?
Existem estudos demonstrando que pacientes normais, que não apresentam DE, têm apenas um prolongamento de período de latência entre uma ereção e outra, mas nenhum efeito sobre a qualidade das ereções.
Quais são os efeitos colaterais?
Os principais são: cefaléia, rubor facial, obstrução nasal e dor lombar.
Os medicamentos para disfunção podem levar ao vício?
Vício não é o termo correto, mas pode haver alguma "dependência" das drogas devido à resposta que elas oferecem.
É aconselhável o uso desses medicamentos por longos períodos?
Existem vários estudos recentes demonstrando o benefício das drogas utilizadas por longos períodos. Existe uma maior atividade da musculatura lisa cavernosa, o que é benéfico para o meio ambiente peniano.
Para fazer efeito, esses medicamentos têm que ser tomados uma hora antes das refeições? Se misturado com bebida alcoólica, eles perdem o efeito?
Atualmente, não existem mais restrições em relação às refeições ou bebidas alcoólicas.
O que estes medicamentos trouxeram de mudanças para o homem?
Houve uma verdadeira revolução no tratamento da sexualidade, bem como na forma que os homens, em geral, passaram a encarar e discutir a sexualidade. Muitos deles conseguiram conversar mais abertamente sobre o assunto, o que não acontecia de forma tão "tranqüila" antes do surgimento do sildenafil. E também ficou muito mais fácil o tratamento, pois surgiram medicamentos eficazes e simples de serem utilizados, isto é, por via oral e apenas para ter atividade sexual.
Esses medicamentos melhoram a qualidade do sexo?
Sem dúvida, pois como melhoram a qualidade das ereções, consequentemente melhoram a qualidade do sexo . Isto é confirmado por pacientes e parceiras, em múltiplas pesquisas publicadas na literatura médica.
Houve avanços nesses medicamentos?
Há quatro drogas, disponíveis no mercado, pertencentes a esta classe de medicamentos (inibidores da PDE5).
Obesidade e stress
Pessoas expostas ao estresse comem mais
O estresse pode, sim, ser um fator favorecedor da obesidade, principalmente pelo aumento da resistência insulínica, pelas alterações dos hormônios relacionados à fome e à saciedade, pela privação do sono e até mesmo pelo excesso de corticoide.
Dentre as queixas mais comuns entre os pacientes que procuram tratamento médico e nutricional para a obesidade, cerca de 80% relacionam seu ganho de peso ao estresse. Na verdade, algumas características da vida moderna podem estar intimamente relacionadas a um balanço energético positivo, levando ao ganho de peso. Dentre elas, podemos citar alimentação inadequada, sedentarismo e, mais recentemente, o estresse.
Os fatores estressores da sociedade moderna são fruto da rotina puxada das empresas, das relações familiares e sociais, além de fatores intrínsecos, como a privação de sono, por exemplo. Geralmente, o corpo humano responde ao estresse através de adaptações físicas ou comportamentais, aumentando o estado de alerta diante de novas situações, a tolerância à dor e a produção e liberação de substratos energéticos dos estoques corporais, principalmente sob a forma de glicose e gordura. Esses substratos em excesso são conhecidos por causarem alterações metabólicas ligadas à obesidade e ao diabetes. Será essa a relação possível? Ou seja, será esse o elo que liga a obesidade ao estresse da vida moderna?
A reação normal e a patológica ao estresse
Até certo ponto o estresse pode ser benéfico e conduzir o indivíduo a alcançar metas importantes no trabalho e na vida pessoal. A curto prazo, na maioria das vezes, o organismo se reequilibra, sem comprometimento da saúde física e mental. A reação normal esperada a um fator estressor pode se manifestar com enfrentamento ou fuga. Algumas vezes, a resposta não atende a nenhuma dessas condições e o indivíduo não consegue nem se engajar na luta, nem na fuga do agente estressor, sofrendo as consequências do estresse de maneira a gerar um estado de fragilidade a várias doenças, principalmente quando ele é intenso e prolongado.
Exposição ao estresse e compulsão alimentar
O hábito de comer talvez seja um dos fatores que mais sofrem as repercussões do estresse da vida moderna. Os relatos são unânimes: as pessoas comem muito mais quando expostas a fatores estressores, podendo ocorrer queixas de fome excessiva, comportamento beliscador e até uma necessidade patológica de consumir grandes volumes de alimentos: a compulsão alimentar.
Um fato intrigante são os relatos de alguns pacientes, que não encontram explicação para o volume alimentar consumido e afirmam categoricamente que, mesmo comendo pouco, ganham peso. Esse fato tem levantado a questão do papel do estresse na origem da obesidade, independentemente da alimentação.
Efeitos da privação do sono
Nos últimos 30 anos, a média de sono noturno das pessoas sofreu uma redução de 8/9 horas para 6/7 horas. Entre os americanos, a média de sono é ainda menor, uma vez que 30% deles dormem menos do que 6 horas por noite. Vários estudos recentes têm relacionado a privação do sono com a ocorrência aumentada de obesidade e de diabetes tipo 2. A privação do sono pode estar relacionada à obesidade através de vários fatores. O primeiro deles trata-se de um estado de estresse crônico. Além disso, várias alterações hormonais induzidas pela privação de sono podem influenciar o ganho de peso, como é o caso da grelina e da leptina, hormônios relacionados ao controle da fome e da saciedade.
Hormônios do estresse e o ganho de peso
Um fator importante na busca pelas causas da obesidade foi a constatação de que nos quadros de estresse notamos um aumento de alguns hormônios relacionados à obesidade. Trata-se dos corticoides, ou a conhecida cortisona, que tem a capacidade de aumentar o peso de pacientes, quanto utilizada sob a forma de medicamento, e até quando produzida em excesso pelo organismo, em algumas doenças. Será que o estressado crônico poderia engordar pelo excesso de corticoide, mesmo sem comer muito?
Nossas dúvidas não estão sanadas a esse respeito, uma vez que muitos indivíduos estressados e com elevação da cortisona não engordam e, por outro lado, muitos obesos estressados não expressam aumento do seu corticoide endógeno. Por isso, muito provavelmente, a diferença entre esses pacientes é o volume de alimentos ingeridos.
A conclusão é de que o estresse pode, sim, ser um fator favorecedor da obesidade, principalmente pelo aumento da resistência insulínica, pelas alterações dos hormônios relacionados à fome e à saciedade, pela privação do sono e até mesmo pelo excesso de corticoide. Mas o maior fator associado ao ganho de peso é comportamental. O que engorda é o balanço energético desfavorável: a associação da ingestão excessiva de calorias somada ao sedentarismo.
O estresse pode, sim, ser um fator favorecedor da obesidade, principalmente pelo aumento da resistência insulínica, pelas alterações dos hormônios relacionados à fome e à saciedade, pela privação do sono e até mesmo pelo excesso de corticoide.
Dentre as queixas mais comuns entre os pacientes que procuram tratamento médico e nutricional para a obesidade, cerca de 80% relacionam seu ganho de peso ao estresse. Na verdade, algumas características da vida moderna podem estar intimamente relacionadas a um balanço energético positivo, levando ao ganho de peso. Dentre elas, podemos citar alimentação inadequada, sedentarismo e, mais recentemente, o estresse.
Os fatores estressores da sociedade moderna são fruto da rotina puxada das empresas, das relações familiares e sociais, além de fatores intrínsecos, como a privação de sono, por exemplo. Geralmente, o corpo humano responde ao estresse através de adaptações físicas ou comportamentais, aumentando o estado de alerta diante de novas situações, a tolerância à dor e a produção e liberação de substratos energéticos dos estoques corporais, principalmente sob a forma de glicose e gordura. Esses substratos em excesso são conhecidos por causarem alterações metabólicas ligadas à obesidade e ao diabetes. Será essa a relação possível? Ou seja, será esse o elo que liga a obesidade ao estresse da vida moderna?
A reação normal e a patológica ao estresse
Até certo ponto o estresse pode ser benéfico e conduzir o indivíduo a alcançar metas importantes no trabalho e na vida pessoal. A curto prazo, na maioria das vezes, o organismo se reequilibra, sem comprometimento da saúde física e mental. A reação normal esperada a um fator estressor pode se manifestar com enfrentamento ou fuga. Algumas vezes, a resposta não atende a nenhuma dessas condições e o indivíduo não consegue nem se engajar na luta, nem na fuga do agente estressor, sofrendo as consequências do estresse de maneira a gerar um estado de fragilidade a várias doenças, principalmente quando ele é intenso e prolongado.
Exposição ao estresse e compulsão alimentar
O hábito de comer talvez seja um dos fatores que mais sofrem as repercussões do estresse da vida moderna. Os relatos são unânimes: as pessoas comem muito mais quando expostas a fatores estressores, podendo ocorrer queixas de fome excessiva, comportamento beliscador e até uma necessidade patológica de consumir grandes volumes de alimentos: a compulsão alimentar.
Um fato intrigante são os relatos de alguns pacientes, que não encontram explicação para o volume alimentar consumido e afirmam categoricamente que, mesmo comendo pouco, ganham peso. Esse fato tem levantado a questão do papel do estresse na origem da obesidade, independentemente da alimentação.
Efeitos da privação do sono
Nos últimos 30 anos, a média de sono noturno das pessoas sofreu uma redução de 8/9 horas para 6/7 horas. Entre os americanos, a média de sono é ainda menor, uma vez que 30% deles dormem menos do que 6 horas por noite. Vários estudos recentes têm relacionado a privação do sono com a ocorrência aumentada de obesidade e de diabetes tipo 2. A privação do sono pode estar relacionada à obesidade através de vários fatores. O primeiro deles trata-se de um estado de estresse crônico. Além disso, várias alterações hormonais induzidas pela privação de sono podem influenciar o ganho de peso, como é o caso da grelina e da leptina, hormônios relacionados ao controle da fome e da saciedade.
Hormônios do estresse e o ganho de peso
Um fator importante na busca pelas causas da obesidade foi a constatação de que nos quadros de estresse notamos um aumento de alguns hormônios relacionados à obesidade. Trata-se dos corticoides, ou a conhecida cortisona, que tem a capacidade de aumentar o peso de pacientes, quanto utilizada sob a forma de medicamento, e até quando produzida em excesso pelo organismo, em algumas doenças. Será que o estressado crônico poderia engordar pelo excesso de corticoide, mesmo sem comer muito?
Nossas dúvidas não estão sanadas a esse respeito, uma vez que muitos indivíduos estressados e com elevação da cortisona não engordam e, por outro lado, muitos obesos estressados não expressam aumento do seu corticoide endógeno. Por isso, muito provavelmente, a diferença entre esses pacientes é o volume de alimentos ingeridos.
A conclusão é de que o estresse pode, sim, ser um fator favorecedor da obesidade, principalmente pelo aumento da resistência insulínica, pelas alterações dos hormônios relacionados à fome e à saciedade, pela privação do sono e até mesmo pelo excesso de corticoide. Mas o maior fator associado ao ganho de peso é comportamental. O que engorda é o balanço energético desfavorável: a associação da ingestão excessiva de calorias somada ao sedentarismo.
segunda-feira, 8 de março de 2010
Saúde Feminina
Anorgasmia
Alcançar o orgasmo é, sem dúvida, a fase da resposta sexual mais desejada tanto pelo homem quanto pela mulher. A excitação que não se conclui em um orgasmo, continuará sendo excitação ou será energia sexual não liberada que deverá finalizar em um orgasmo, mesmo que este seja induzido pela masturbação. Caso isto não aconteça, poderá gerar sentimentos paradoxais como ansiedade, frustração, ou negação. A indústria Hollyoodiana sabe isto e por causa disto inclui cenas sexuais na maioria de seus filmes incrementando sua carga emotiva fazendo com que um tema não tão interessante se transforme em um apaixonante.
Quando uma pessoa atinge a maturidade consegue manter uma postura e administrar melhor sua excitação, ao passo que um adolescente ou jovem, que por seus próprios níveis hormonais e por sua pouca maturidade, chega a acreditar que tudo o quê vê nos filmes acontece realmente, incluindo aqueles coitos espetaculares. O problema real está no fato de querer materializar o que viu, e acaba por descobrir que a coisa não era tão fantástica como no filme e começa então a nutrir uma pequena sensação de frustração. Se não fosse por esta energia que gera o desejo de alcançar o orgasmo, há muito tempo estas cenas já teriam desaparecido.
O orgasmo é pois o verdadeiro incentivo da sexualidade. Quaisquer etapas intermediárias seriam meros prelúdios amistosos, que não passariam de incentivos a uma relação como a que temos com o vizinho da frente. Para o homem o orgasmo é um ato tangível e real, porque se acompanha quase indefectivelmente da ejaculação, enquanto que para a mulher o orgasmo é uma experiência mística, porque constitui em sua essência um ato de fé para com seu companheiro sexual de muitos anos. O orgasmo feminino é na maioria dos casos imperceptível para o casal, a não ser pelas expressões externas.
O grande paradoxo surge aqui se considerarmos que é a busca do orgasmo, o que induz os indivíduos a mudarem suas vidas radicalmente (como o matrimônio ou a separação pela busca de outro parceiro) e não encontrá-lo. A anorgasmia masculina está englobada dentro do que é a impotência (incapacidade para lograr uma ereção ou incapacidade para alcançar a ejaculação).
A anorgasmia feminina, ao contrário, é um transtorno mais sutil, pois pode participar do coito, mas não alcançar um orgasmo, fazendo que sua experiência não seja completamente gratificante. A Dra. Helen Kaplan estabeleceu 10 graduações da estimulação necessária para que uma mulher alcance um orgasmo. Em seu grau mais baixo está aquela mulher que somente com a estimulação psíquica (fantasias eróticas) e sem nenhuma estimulação física pode alcançar o orgasmo. O grau mais alto se dá naquelas mulheres que requerem mais de 2 horas ininterruptas de estimulação física para conseguí-lo.
Segundo, a Dra. Kaplan todas podem conseguí-lo e fisiologicamente o orgasmo sempre é o mesmo, independentemente do grau de estimulação. Devemos por último recordar que o orgasmo pode ser estimulado de maneira direta através do clitóris e da vagina, esta última pela estimulação do ponto G que se encontra justamente atrás da união do colo da bexiga com a uretra na face vaginal, a uns 4 ou 5 centímetros da entrada da vagina em sua parede anterior. A predileção de uma mulher por alcançar o orgasmo por uma só região (clitoriana ou vaginal) estimulada não a torna anormal. É mais comum o orgasmo clitoriano que o vaginal.
A anorgasmia feminina é uma inibição recorrente ou persistente do orgasmo, manifestada por sua ausência mesmo que tenha uma fase de excitação normal, a partir de uma estimulação que poderia ser considerada adequada em intensidade, duração e tipo. As causas podem ser físicas ou orgânicas, psíquicas ou uma combinação de ambas. Diz-se que é anorgasmia primária, quando nunca se teve um orgasmo (1 de cada 10 mulheres) e secundária, quando este já foi obtido anteriormente.
Existe também um tipo especial, conhecida como anorgasmia situacional ou seletiva, e é a que pode apresentar-se quando existem circunstâncias externas que bloqueiam o desenvolvimento normal da mulher (por exemplo: orgasmos somente com estimulação manual ou oral do clitóris, mas não durante o coito, ou orgasmo só com um parceiro, mas não com outro, etc.)
Copyright © 2008 Bibliomed, Inc. 12 de fevereiro de 2008
Alcançar o orgasmo é, sem dúvida, a fase da resposta sexual mais desejada tanto pelo homem quanto pela mulher. A excitação que não se conclui em um orgasmo, continuará sendo excitação ou será energia sexual não liberada que deverá finalizar em um orgasmo, mesmo que este seja induzido pela masturbação. Caso isto não aconteça, poderá gerar sentimentos paradoxais como ansiedade, frustração, ou negação. A indústria Hollyoodiana sabe isto e por causa disto inclui cenas sexuais na maioria de seus filmes incrementando sua carga emotiva fazendo com que um tema não tão interessante se transforme em um apaixonante.
Quando uma pessoa atinge a maturidade consegue manter uma postura e administrar melhor sua excitação, ao passo que um adolescente ou jovem, que por seus próprios níveis hormonais e por sua pouca maturidade, chega a acreditar que tudo o quê vê nos filmes acontece realmente, incluindo aqueles coitos espetaculares. O problema real está no fato de querer materializar o que viu, e acaba por descobrir que a coisa não era tão fantástica como no filme e começa então a nutrir uma pequena sensação de frustração. Se não fosse por esta energia que gera o desejo de alcançar o orgasmo, há muito tempo estas cenas já teriam desaparecido.
O orgasmo é pois o verdadeiro incentivo da sexualidade. Quaisquer etapas intermediárias seriam meros prelúdios amistosos, que não passariam de incentivos a uma relação como a que temos com o vizinho da frente. Para o homem o orgasmo é um ato tangível e real, porque se acompanha quase indefectivelmente da ejaculação, enquanto que para a mulher o orgasmo é uma experiência mística, porque constitui em sua essência um ato de fé para com seu companheiro sexual de muitos anos. O orgasmo feminino é na maioria dos casos imperceptível para o casal, a não ser pelas expressões externas.
O grande paradoxo surge aqui se considerarmos que é a busca do orgasmo, o que induz os indivíduos a mudarem suas vidas radicalmente (como o matrimônio ou a separação pela busca de outro parceiro) e não encontrá-lo. A anorgasmia masculina está englobada dentro do que é a impotência (incapacidade para lograr uma ereção ou incapacidade para alcançar a ejaculação).
A anorgasmia feminina, ao contrário, é um transtorno mais sutil, pois pode participar do coito, mas não alcançar um orgasmo, fazendo que sua experiência não seja completamente gratificante. A Dra. Helen Kaplan estabeleceu 10 graduações da estimulação necessária para que uma mulher alcance um orgasmo. Em seu grau mais baixo está aquela mulher que somente com a estimulação psíquica (fantasias eróticas) e sem nenhuma estimulação física pode alcançar o orgasmo. O grau mais alto se dá naquelas mulheres que requerem mais de 2 horas ininterruptas de estimulação física para conseguí-lo.
Segundo, a Dra. Kaplan todas podem conseguí-lo e fisiologicamente o orgasmo sempre é o mesmo, independentemente do grau de estimulação. Devemos por último recordar que o orgasmo pode ser estimulado de maneira direta através do clitóris e da vagina, esta última pela estimulação do ponto G que se encontra justamente atrás da união do colo da bexiga com a uretra na face vaginal, a uns 4 ou 5 centímetros da entrada da vagina em sua parede anterior. A predileção de uma mulher por alcançar o orgasmo por uma só região (clitoriana ou vaginal) estimulada não a torna anormal. É mais comum o orgasmo clitoriano que o vaginal.
A anorgasmia feminina é uma inibição recorrente ou persistente do orgasmo, manifestada por sua ausência mesmo que tenha uma fase de excitação normal, a partir de uma estimulação que poderia ser considerada adequada em intensidade, duração e tipo. As causas podem ser físicas ou orgânicas, psíquicas ou uma combinação de ambas. Diz-se que é anorgasmia primária, quando nunca se teve um orgasmo (1 de cada 10 mulheres) e secundária, quando este já foi obtido anteriormente.
Existe também um tipo especial, conhecida como anorgasmia situacional ou seletiva, e é a que pode apresentar-se quando existem circunstâncias externas que bloqueiam o desenvolvimento normal da mulher (por exemplo: orgasmos somente com estimulação manual ou oral do clitóris, mas não durante o coito, ou orgasmo só com um parceiro, mas não com outro, etc.)
Copyright © 2008 Bibliomed, Inc. 12 de fevereiro de 2008
Salto Alto
Uso de salto alto aumenta os riscos de hérnia de disco
08 de março de 2010 (Bibliomed). Em nome da vaidade, muitas mulheres não abrem mão do salto alto, e acabam pagando um alto preço por isso. A postura exigida para "manter-se no salto" pode levar a problemas na coluna como a hérnia de disco, segundo o fisioterapeuta Helder Montenegro, do Instituto do Tratamento da Coluna Vertebral. Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostram que a hérnia de disco atinge cerca de 5,4 milhões de pessoas no Brasil.
O especialista destaca que o uso do salto alto exige mudanças posturais ao pisar. Os pés ficam em posição de flexão plantar (ponta do pé), e, com a mudança do eixo de gravidade mais anteriorizado, a base de apoio diminui na região do calcanhar, centralizando a sustentação do peso na região dos dedos dos pés. "O salto alto é um veneno para a coluna feminina, pois provoca mudanças na angulação do cérvix do fêmur, que tende a pressionar a cartilagem do acetábulo e, com o tempo, desgastá-la causando deformidades, descontrole postural e mudanças na marcha", explica o fisioterapeuta.
Tratamento
Muitas mulheres acometidas pela doença têm dúvidas em relação ao melhor tipo de tratamento. Embora diversos estudos apontem a abordagem convencional - com fisioterapia, medicamentos e exercícios - como um dos melhores para o tratamento da hérnia de disco, indicando as cirurgias para apenas 5% dos casos, muitos profissionais da saúde têm indicado cirurgia na maioria das vezes.
Um estudo publicado na revista Archives of Physical Medicine and Rehabilitation avaliou 581 pacientes e os dividiu em três grupos: pacientes que foram recomendados para cirurgia (62); pacientes que foram recomendados para cirurgia, desde que os sintomas persistissem (74); e pacientes com lesões estruturais sugestivas de cirurgia (445). Após um ano de um programa de exercícios, a cirurgia foi evitada em 92 % dos pacientes do primeiro grupo, em 83% no segundo grupo e em 93 % no terceiro.
De acordo com o especialista, "o resultado do estudo citado é um indicativo importante para o investimento em tratamentos tradicionais e continuados". "Claro que isso só é possível se houver o comprometimento do paciente na manutenção do tratamento, ou seja, fazer exercícios como musculação e Pilates. E, no caso das mulheres, evitar o uso contínuo do salto alto", destacou.
"O que falta no Brasil é uma maior integração entre médicos e fisioterapeutas, melhor consciência por parte dos cirurgiões, mais auditoria médica e melhor remuneração para os tratamentos alternativos que tenham comprovação científica. Por isso, acredito que, se houvesse uma parceria entre as duas especialidades, muitos pacientes não sofreriam tanto por causa das hérnias de disco", concluiu o fisioterapeuta.
Fonte: Flöter&Schauff Assessoria de Comunicação. Press release. 03 de março de 2010.
08 de março de 2010 (Bibliomed). Em nome da vaidade, muitas mulheres não abrem mão do salto alto, e acabam pagando um alto preço por isso. A postura exigida para "manter-se no salto" pode levar a problemas na coluna como a hérnia de disco, segundo o fisioterapeuta Helder Montenegro, do Instituto do Tratamento da Coluna Vertebral. Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostram que a hérnia de disco atinge cerca de 5,4 milhões de pessoas no Brasil.
O especialista destaca que o uso do salto alto exige mudanças posturais ao pisar. Os pés ficam em posição de flexão plantar (ponta do pé), e, com a mudança do eixo de gravidade mais anteriorizado, a base de apoio diminui na região do calcanhar, centralizando a sustentação do peso na região dos dedos dos pés. "O salto alto é um veneno para a coluna feminina, pois provoca mudanças na angulação do cérvix do fêmur, que tende a pressionar a cartilagem do acetábulo e, com o tempo, desgastá-la causando deformidades, descontrole postural e mudanças na marcha", explica o fisioterapeuta.
Tratamento
Muitas mulheres acometidas pela doença têm dúvidas em relação ao melhor tipo de tratamento. Embora diversos estudos apontem a abordagem convencional - com fisioterapia, medicamentos e exercícios - como um dos melhores para o tratamento da hérnia de disco, indicando as cirurgias para apenas 5% dos casos, muitos profissionais da saúde têm indicado cirurgia na maioria das vezes.
Um estudo publicado na revista Archives of Physical Medicine and Rehabilitation avaliou 581 pacientes e os dividiu em três grupos: pacientes que foram recomendados para cirurgia (62); pacientes que foram recomendados para cirurgia, desde que os sintomas persistissem (74); e pacientes com lesões estruturais sugestivas de cirurgia (445). Após um ano de um programa de exercícios, a cirurgia foi evitada em 92 % dos pacientes do primeiro grupo, em 83% no segundo grupo e em 93 % no terceiro.
De acordo com o especialista, "o resultado do estudo citado é um indicativo importante para o investimento em tratamentos tradicionais e continuados". "Claro que isso só é possível se houver o comprometimento do paciente na manutenção do tratamento, ou seja, fazer exercícios como musculação e Pilates. E, no caso das mulheres, evitar o uso contínuo do salto alto", destacou.
"O que falta no Brasil é uma maior integração entre médicos e fisioterapeutas, melhor consciência por parte dos cirurgiões, mais auditoria médica e melhor remuneração para os tratamentos alternativos que tenham comprovação científica. Por isso, acredito que, se houvesse uma parceria entre as duas especialidades, muitos pacientes não sofreriam tanto por causa das hérnias de disco", concluiu o fisioterapeuta.
Fonte: Flöter&Schauff Assessoria de Comunicação. Press release. 03 de março de 2010.
domingo, 7 de fevereiro de 2010
O NOVO NASCE DO CAOS
O novo nasce do caos
As crises, por mais dolorosas que nos pareçam a princípio, trazem em si a semente de um renascimento. Somente quando algo atinge um ponto insustentável, é que nos mobilizamos para sair daquela circunstância e buscar uma nova alternativa.
A tendência usual do ser humano é querer manter, a todo custo, a segurança, aquilo que é conhecido, onde ele se sinta absolutamente confortável. Entretanto, na segurança e no conforto reside igualmente a estagnação.
A segurança absoluta é uma ilusão, pois é contrária à essência da vida, que consiste em mudanças permanentes. Apesar disso, preferimos continuar nos agarrando à crença de que tudo é sólido e indestrutível.
Então, quando o inesperado se apresenta, perdemos o chão, pois nunca estamos preparados para viver sem aquilo que construímos. Nos momentos de perda, quando nos conscientizamos de que nosso mundo ruiu, nada do que aprendemos, nenhum conhecimento intelectual que tenhamos adquirido será capaz de nos servir de apoio.
É na segurança interior, na certeza de que a realidade material não constitui a verdadeira essência da vida, que podemos encontrar a base, o alicerce que nos manterá de pé, apesar de tudo. Somente esta certeza poderá nos trazer a serenidade para buscar uma saída.
E ela virá, quanto mais formos capazes de olhar para o lado e buscar em nossos semelhantes o apoio e a força de que necessitamos. O amor e a solidariedade são as únicas ferramentas capazes de juntar nossos pedaços e nos fazer acreditar que o novo sempre poderá surgir.
"Esta é uma crise muito grande. Se tomarmos o desafio, esta é uma oportunidade para criar o novo... vocês estão vivendo em uma das mais belas eras, porque o velho está desaparecendo e um caos é criado. E é só a partir do caos que grandes estrelas nascem.
Vocês têm a oportunidade de criar um novo Cosmos. Esta é uma oportunidade que só acontece de vez em quando: muito rara. Vocês têm sorte de estarem vivos nestes momentos críticos. Usem a oportunidade de criar o novo homem. E para criar o novo homem, vocês têm que começar consigo mesmos.
O novo homem será um místico, um poeta, um cientista; todos juntos. Ele não vai olhar a vida através de divisões podres. Ele será um místico, porque ele vai sentir a presença de Deus. Ele vai ser um poeta, porque ele vai comemorar a presença de Deus.
E ele vai ser um cientista, porque ele irá procurar essa presença através de metodologia científica. Quando um homem é todos os três juntos, ele é um todo. Esse é o meu conceito de um homem santo.
O velho homem era repressivo, agressivo. O velho estava fadado a ser agressivo, porque a repressão sempre traz a agressão. O novo homem será espontâneo, criativo. O velho homem viveu ideologias; o novo homem não viverá através de ideologias, não viverá através de moralidades, mas através da consciência.
...O novo homem será responsável; responsável por si mesmo e pela existência. O novo homem não será moral, no velho sentido, ele será amoral.
O novo homem traz um mundo novo com ele.
Agora o novo homem é obrigado a ser uma minoria mutante, mas ele é o portador de uma nova cultura, a semente. Ajude-o! Anuncie sua chegada sobre os telhados: essa é a minha mensagem para você.
O novo homem é aberto e honesto. Ele é transparente, verdadeiro, autêntico e auto-revelado. Ele não será um hipócrita. Ele não vai viver através de metas, ele vai viver aqui e agora. Ele conhecerá apenas um tempo, o agora e só um espaço, o aqui. E através dessa presença, ele saberá o que é Deus.
Alegrem-se! O novo homem está chegando, o velho está indo. O velho já está na cruz e o novo já está no horizonte. Alegrem-se! Eu digo de novo e de novo, Alegrem-se!"
As crises, por mais dolorosas que nos pareçam a princípio, trazem em si a semente de um renascimento. Somente quando algo atinge um ponto insustentável, é que nos mobilizamos para sair daquela circunstância e buscar uma nova alternativa.
A tendência usual do ser humano é querer manter, a todo custo, a segurança, aquilo que é conhecido, onde ele se sinta absolutamente confortável. Entretanto, na segurança e no conforto reside igualmente a estagnação.
A segurança absoluta é uma ilusão, pois é contrária à essência da vida, que consiste em mudanças permanentes. Apesar disso, preferimos continuar nos agarrando à crença de que tudo é sólido e indestrutível.
Então, quando o inesperado se apresenta, perdemos o chão, pois nunca estamos preparados para viver sem aquilo que construímos. Nos momentos de perda, quando nos conscientizamos de que nosso mundo ruiu, nada do que aprendemos, nenhum conhecimento intelectual que tenhamos adquirido será capaz de nos servir de apoio.
É na segurança interior, na certeza de que a realidade material não constitui a verdadeira essência da vida, que podemos encontrar a base, o alicerce que nos manterá de pé, apesar de tudo. Somente esta certeza poderá nos trazer a serenidade para buscar uma saída.
E ela virá, quanto mais formos capazes de olhar para o lado e buscar em nossos semelhantes o apoio e a força de que necessitamos. O amor e a solidariedade são as únicas ferramentas capazes de juntar nossos pedaços e nos fazer acreditar que o novo sempre poderá surgir.
"Esta é uma crise muito grande. Se tomarmos o desafio, esta é uma oportunidade para criar o novo... vocês estão vivendo em uma das mais belas eras, porque o velho está desaparecendo e um caos é criado. E é só a partir do caos que grandes estrelas nascem.
Vocês têm a oportunidade de criar um novo Cosmos. Esta é uma oportunidade que só acontece de vez em quando: muito rara. Vocês têm sorte de estarem vivos nestes momentos críticos. Usem a oportunidade de criar o novo homem. E para criar o novo homem, vocês têm que começar consigo mesmos.
O novo homem será um místico, um poeta, um cientista; todos juntos. Ele não vai olhar a vida através de divisões podres. Ele será um místico, porque ele vai sentir a presença de Deus. Ele vai ser um poeta, porque ele vai comemorar a presença de Deus.
E ele vai ser um cientista, porque ele irá procurar essa presença através de metodologia científica. Quando um homem é todos os três juntos, ele é um todo. Esse é o meu conceito de um homem santo.
O velho homem era repressivo, agressivo. O velho estava fadado a ser agressivo, porque a repressão sempre traz a agressão. O novo homem será espontâneo, criativo. O velho homem viveu ideologias; o novo homem não viverá através de ideologias, não viverá através de moralidades, mas através da consciência.
...O novo homem será responsável; responsável por si mesmo e pela existência. O novo homem não será moral, no velho sentido, ele será amoral.
O novo homem traz um mundo novo com ele.
Agora o novo homem é obrigado a ser uma minoria mutante, mas ele é o portador de uma nova cultura, a semente. Ajude-o! Anuncie sua chegada sobre os telhados: essa é a minha mensagem para você.
O novo homem é aberto e honesto. Ele é transparente, verdadeiro, autêntico e auto-revelado. Ele não será um hipócrita. Ele não vai viver através de metas, ele vai viver aqui e agora. Ele conhecerá apenas um tempo, o agora e só um espaço, o aqui. E através dessa presença, ele saberá o que é Deus.
Alegrem-se! O novo homem está chegando, o velho está indo. O velho já está na cruz e o novo já está no horizonte. Alegrem-se! Eu digo de novo e de novo, Alegrem-se!"
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