A Escada de Jacó
A Escada de Jacó possui vários nomes simbólicos foram dados aos dez Atributos Divinos, segundo as suas qualidades.A primeira e mais elevada das Sefirot chama-se Keter, a Coroa, a fonte de tudo.
Vêm depois, à direita e à esquerda, Hochmah-Sabedoria e Binah-Compreensão, correspondendo ao cérebro de Adão Kadmon.
Logo abaixo destas, ainda nos pilares exteriores, Gevurah-Julgamento e Hesed-Misericórdia, os princípios emocionais do medo e do amor. Eram o coração do Adão Primordial.
Prosseguindo a descida, e entre as duas últimas, encontra-se a Sefirah Tiferet-Beleza, simbolizando o eixo central do Reino Divino. Está no meio da coluna da Graça, que desce de Keter e chega até a parte mais baixa da Árvore Sefirótica.
Abaixo do plexo solar ou coração do primeiro Adão (Tiferet) acham-se as duas Sefirot da ação, Hod e Nezah, usualmente conhecidas como Glória e Vitória, mas isso pode ser enganoso, já que as raízes das palavras hebraicas significam, respectivamente, "reverberar ou vibrar" e "repetir o ciclo". São às vezes vistas como os braços e pernas de Adão Kadmon.
Finalizando a seqüência, e novamente no pilar central, estão as duas últimas Sefirot, Yesod-Fundação e Malkhut-Reino. A primeira representa o sexo, para alguns kabbalistas, e a mente ordinária para outros, enquanto que a última Sefirah é vista como a soma total de todas as demais, ou como o veículo Divino, ou ainda como o corpo em sua totalidade.
Ocupando o espaço situado logo abaixo das Três Supremas encontra-se o não-Sefirah Daat-Conhecimento, considerada como o lugar do Ruach ha Kodesch, o Espírito Santo, às vezes chamado de a voz do Logos - A Palavra de Deus.
O Mundo Divino contém o passado, o presente e o futuro. È o reino atemporal, pois tudo está contido dentro da totalidade do Eterno Agora. Entretanto, para que Deus possa contemplar Deus, torna-se necessária uma extensão da Existência, pois de outro modo não haveria tempo e espaço em que se pudessem experimentar todas as dimensões da Divindade. Faz-se mister o movimento, um sair-se do potencial para o atual.
Isso gera uma espécie de multiplicidade, que parte do mundo primordial da Unidade, desenvolvendo-se à medida em que se estende a Existência, um incremento na diversificação que finalmente buscará o regresso à união com sua origem, o Uno, O Ancião dos Anciãos, como era chamado o Absoluto.
Segundo a Tradição, cada um dos vinte e dois ornamentos da Menorá de sete braços tem uma letra hebraica a ele associado. Elas representam as conexões entre as dez Sefirot. As letras formam palavras e as palavras formam sentenças, e assim sucessivamente.
Deste modo, diferentes combinações do Alef-Beit estabelecem a diferenciação.
Quando o Criador disse "faça-se a Luz", precipitou a Criação, na qual a divisão entre o Dia e a Noite instituiu os pilares exteriores, positivo e negativo, colunas de um novo universo inferior.
No Segundo Dia veio o firmamento, sendo o cosmos da Criação-Beriah separado do reino da Emanação. Assim começaram a surgir os três primeiros mundos.
Ao Terceiro Dia fez surgir a Água e a Terra, unindo-as ao Ar da Criação e ao Fogo do mundo Divino. Esse dia também estabeleceu a "Vida" na manifestação das plantas.
No Quarto Dia apareceram as luzes celestiais e os ritmos cósmicos, enquanto que o Quinto Dia viu a criação das aves do Ar e dos peixes do mar.
Os arcanjos viviam na Criação, que é um mundo gasoso, ao passo que os anjos iriam existir no da Formação-Yezirah, que é um universo líquido.
Ao Sexto Dia vieram os animais do campo, as criaturas sólidas ligadas à Terra, e em seguida Adão "Espiritual".
O último dia foi destinado pelo Criador ao descanso, e foi o primeiro Sabá dedicado a refletir sobre Beriah.
Além deste mundo de idéias beriáticas, como o chamariam os platônicos, vêm os sete vestíbulos do Céu, que figuram com muita freqüência na literatura Hekalot. Ali é onde se encontra a essência de toda a criatura. Suas "formas" irão se manifestar no mundo de Yezirah, que começa a surgir.
Neste lugar do Jardim do Éden, é onde se encontra qualquer forma e tamanho de pedra, planta ou animal que serão vistos no reino da Natureza. Foi no mundo da Formação-Yezirah que o andrógino Adão Espiritual se dividiu nas duas almas gêmeas de Adão e Eva, que aqui residiram até que foram tentados e tiveram que descer ao mundo inferior da Manifestação Material-Asiyyah, onde as entidades mineral, vegetal e animal penetraram nos quatro estados da matéria.
O tempo aqui é o "presente", transitório, sempre em movimento, sempre mutável, em contraste com o Eterno "Agora". E mesmo assim, ainda que envolvidos em espírito, alma e corpo, Adão e Eva contêm uma centelha da Divindade e a possibilidade da redenção.Quando Jacó sonhou com uma grande Escada que se estendia desde a Terra até o Céu, viu a Grande Cadeia do Ser.
Viu também Melechai, mensageiros, que subiam e desciam, indicando os dois processos - um que vinha do alto e outro que ia de baixo.
Alguns kabbalistas consideram isso como a descida das almas até a Terra para nascer, e sua ascensão depois da morte. Outros vêem como o regresso ao Divino.
A Kabbalah nos ensina que cada ser humano é uma célula no corpo de Adão Kadmon que desce como um ser inocente para os três mundos inferiores a fim de adquirir experiência e futuramente reunir-se com o Adão Divino e partilhar o que recebeu. Esse processo deverá continuar até que Adão Kadmon fique consciente de cada recanto e de cada detalhe da Existência.
Desse modo os três mundos inferiores se transformarão em um reflexo que se sintetizará dentro de uma só imagem Auto-consciente.
Ajudar para que isso aconteça é a meta da prática kabbalística. Alguns tradicionalistas o chamam de Tikkun, ou restauração, e outros falam que é a redenção. O objetivo é o mesmo, a evolução individual e coletiva.
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
domingo, 9 de agosto de 2009
mestre e aprendiz
O riso é a menor distância entre duas pessoas - Eugene IonescoTodos os grandes gênios que a humanidade já produziu concluíram, cedo ou tarde, que nosso vasto mundo é um playground onde, de todas as moedas de troca, a mais importante é o bom humor. Seja ensinando e/ou aprendendo, "brincar" é, sem dúvida, a melhor forma de perceber, amar e viver a vida. No ato do brincar e rir verdadeiros, acionamos/oxigenamos nossa inteligência afetiva e emocional, ou seja, abre-se um fluxo de energia circulante para o 'sentir' e 'perceber' as pessoas que nos cercam e o invisível. Isso explica porque quando bem humorados, ficamos mais inspirados e inteligentes, e transcrevo aqui uma frase genial do pensador Guy Claxton: O riso é uma condição necessária para o pensar, porque a inteligência aumenta quando você pensa menos. Hehe!Somos animais curiosos e só podemos sobreviver em nosso mundo se tivermos formas de satisfazer nossa curiosidade e aliviar todas as tensões inerentes aos desafios, inclusive, de aprendizado e amadurecimento, da vida.Os animais humanos fazem isso através da brincadeira autêntica, embora nossa sociedade não valorize, infelizmente, a verdadeira brincadeira para os adultos. E aí começa nosso desafio maior, pois pais e professores são adultos, que precisam ensinar a vida às suas crianças. Como será esta troca? Quem será o mestre? Quem será o aprendiz?O perigo: somos educados para a luta e competição. Crianças têm direito à infância? Adultos têm direito de brincar e aprender com suas crianças?Mas, enquanto o padrão social é a luta, ficamos impacientes, tomamos atalhos (mundo da ilusão) e depois, surpresos, o desempenho e aprendizado caem, a frustração surge, e o mental racional/lógico nos confirma: somos mesmo incompetentes (notas baixas) e infelizes (mesmo que a nota seja alta) porque solitários.O psicólogo Arthur Koestler acredita que a curiosidade, ou impulso exploratório, é um imperativo fundamental do comportamento humano, como a fome ou a sede. Ele cita amplas evidências do mundo animal como, por exemplo, os macacos que brincam com um desafio e o solucionam sem a oferta de uma recompensa. E, o que é mais importante, o desempenho melhora quando não estão brigando por uma recompensa, mas brincam solucionando o desafio no espírito da "arte pela arte".Quando há briga NÃO HÁ UMA BRINCADEIRA AUTÊNTICA e os animais "ficam impacientes e tentam resolver as coisas rapidamente", o que faz claramente o desempenho piorar. Você já viu este filme?O ato de ensinar e aprender é pura criatividade, alegria, arte pela arte, ao mesmo tempo uma questão de sobrevivência (no sentido da significância), jamais de competição.A curtição verdadeira é nosso elo com o tipo de pensamento que nos permite ver a vida como um processo de constante redefinição, ressignificação. O bom humor e o riso, que pode partir do professor (pais) e contagiar alunos (filhos) ou partir do aluno (filho) e contagiar o mestre, pode ser um sinal de que estamos aprendendo novos padrões, de que captamos uma nova maneira de perceber algo. Uma aproximação via afetividade.Mantenho minha posição de que só porque algo é importante, ou sou o líder da hora, não preciso ser séria. Buda foi o primeiro a ligar riso à alma, inspiração e criatividade. Ou seja, todos podemos ser pessoas animadas, inspiradas e viver uma vida criativa.Quando permitimos que o bom humor e o riso se manifestem, façam parte do nosso cotidiano, abrimos uma pista de acesso para que padrões rígidos sejam transformados, e será por esta mesma pista que iremos acessar a forma mais fundamental de crescimento: nossa habilidade de aprender, registrar e responder flexivelmente e afetivamente às exigências da vida.A perda do meio ambiente adequado para se brincar e, como conseqüência, da própria capacidade de brincar, produz muitos efeitos negativos na vida das pessoas: crianças e adultos. Nos últimos tempos, cientistas de várias áreas dedicam-se a investigar a filosofia e a psicologia do ato de brincar: o que acontece com o corpo, cérebro e comportamento de uma pessoa quando se diverte, faz travessuras, ri e desfruta a vida?Desde o início, os resultados surpreendem: é justamente quando se brinca que as células cerebrais formam mais e mais conexões (sinapses), criando uma rede densa de ligações entre neurônios que passam sinais eletroquímicos de uma célula para outra. Ou seja, o ato de brincar e rir estimula e exercita as diferentes funções cerebrais. Sinapses brotam em grande número especialmente durante o momento de descontração e bom humor. E um fluxo interessante acontece: o que está acumulado na mente desce para as demais partes do corpo. Mente e corpo se aliviam de suas tensões, permitindo que ambos tenham mais percepções e prazer.Finalizo este texto pedindo uma reflexão para o modelo de relação e posicionamento entre mestres e aprendizes. Quem é mestre? Quem é aprendiz a cada minuto de nossas vidas? Ou melhor, o que você quer ser? Mestre? Aprendiz? Ou os dois ao mesmo tempo?Quando funcionamos sem bom humor, riso e criatividade, perdemos a capacidade da afetividade e do aprender, portanto, de ensinar. Quando afirmamos que somos autoridade porque temos mais idade ou papéis a cumprir, é sinal claro de que ficamos presos no mundo da ilusão e colocamos nossas crianças no mundo da solidão e impotência: onde estão meus mestres e referenciais? Com quem vou exercitar minha forma natural de aprender?O modelo de uma vida comum bem-sucedida, que inclui decisões e compromissos precoces, com um preparo educacional que não aciona a espontaneidade, o aprender criativo, mas sim a luta e a competitividade, irá gerar que alegria e realização nas carreiras, casamentos e relacionamentos das nossas crianças?Que mestre ou pais se sentem realizados e significantes se não existe alegria, prazer, afeto e calor nas relações com suas crianças?Vamos mudar? Vamos curtir e aprender e... daí poder ensinar?Bateson define a sabedoria como tendo muitos ingredientes, mas um dos essenciais é "nos tornarmos conscientes de quantas vezes teremos de mudar de idéia".
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
curioso
04.08.2009 09h36
Americana se une a amantes e cola pênis para se vingar do marido
Marido foi levado por uma das amantes a um motel, onde foi amarrado e humilhado
BBC Brasil
Uma americana que descobriu que seu marido estava tendo casos com pelo menos cinco mulheres diferentes conseguiu apoio das amantes para se vingar dele. O americano Donessa Davis foi levado por uma das amantes a um motel, onde foi amarrado e humilhado por quatro mulheres. Além de tapas e socos, ele teve seu pênis colado em sua barriga, com supercola.O caso aconteceu na quinta-feira da semana passada no condado de Calumet, no Estado americano de Wisconsin. As quatro mulheres - a esposa Tracy Hood-Davies, duas amantes e a irmã de uma delas - foram indiciadas por cárcere privado.Se condenadas elas podem pegar seis anos de prisão. Uma delas, Therese Ziemann, de 47 anos, está sendo acusada de agressão sexual. Foi Ziemann quem convidou Davis para ir ao motel.Ele disse em seu depoimento que foi ameaçado de morte. Ele também afirmou que após a agressão conseguiu roer com os dentes o lençol que o amarrava à cama e telefonar para a polícia resgatá-lo.Elas teriam roubado o seu celular, carro e carteira. As mulheres pagaram fiança de US$ 200 e foram liberadas.As duas mulheres envolvidas com ele afirmam que não sabiam que Davis tinha outros casos. Uma delas disse ter o conhecido pela internet e que emprestou US$ 3 mil.
Americana se une a amantes e cola pênis para se vingar do marido
Marido foi levado por uma das amantes a um motel, onde foi amarrado e humilhado
BBC Brasil
Uma americana que descobriu que seu marido estava tendo casos com pelo menos cinco mulheres diferentes conseguiu apoio das amantes para se vingar dele. O americano Donessa Davis foi levado por uma das amantes a um motel, onde foi amarrado e humilhado por quatro mulheres. Além de tapas e socos, ele teve seu pênis colado em sua barriga, com supercola.O caso aconteceu na quinta-feira da semana passada no condado de Calumet, no Estado americano de Wisconsin. As quatro mulheres - a esposa Tracy Hood-Davies, duas amantes e a irmã de uma delas - foram indiciadas por cárcere privado.Se condenadas elas podem pegar seis anos de prisão. Uma delas, Therese Ziemann, de 47 anos, está sendo acusada de agressão sexual. Foi Ziemann quem convidou Davis para ir ao motel.Ele disse em seu depoimento que foi ameaçado de morte. Ele também afirmou que após a agressão conseguiu roer com os dentes o lençol que o amarrava à cama e telefonar para a polícia resgatá-lo.Elas teriam roubado o seu celular, carro e carteira. As mulheres pagaram fiança de US$ 200 e foram liberadas.As duas mulheres envolvidas com ele afirmam que não sabiam que Davis tinha outros casos. Uma delas disse ter o conhecido pela internet e que emprestou US$ 3 mil.
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
A GRIPE
Imunidade jurídica para fabricantes da vacina H1N1 3/8/2009Lucro a todo custo, mesmo utilizando-se para isso cobaias humanasA Ministra da Saúde dos EUA, Kathleen Sebelius assinou um decreto que garante a total imunidade jurídica para os fabricantes de vacinas contra a gripe suína em todos os processos criminais que possam se originar de qualquer ligação da nova vacina contra esta gripe. Além disso, este urgente programa do governo ao custo de 7 bilhões de dólares tenta lançar no mercado a vacina contra o H1N1 antes da alta estação da gripe, que começa no outono, e sem proceder com as usuais medidas de segurança. Trata-se talvez, nesta histeria oficial apoiada pelo OMS, da declaração do vírus H1N1 em pandemia mundial como algo totalmente diferente? Primeiramente, nem a Organização Mundial da saúde – OMS, nem o Center for Disease Control (CDC) dos EUA, nem qualquer instituto científico apresentaram a prova científica necessária para a existência do alegado vírus Influenza-A- H1N1. Para tal prova seria necessário isolar o vírus segundo critérios científicos, determinar e fotografar com microscópio eletrônico – esse é o procedimento padrão. Mesmo assim ele é usado para alertar mundo afora contra uma “pandemia”. O pânico espalhado pelo lado oficial ante uma suposta ameaça através da gripe suína toma dimensões dignas de romance de ficção científica a lá George Orwell. O decreto que a Ministra Sebelius acabou de assinar garante aos fabricantes de vacinas contra a gripe suína, segundo lei que entrou em vigor em 2006, imunidade jurídica em casos de calamidade pública na saúde. O plano não tão sábio do SAGEDesde que a Organização Mundial da Saúde OMS, seguindo uma recomendação do grupo de trabalho da OMS para questões de imunização, Strategic Advisory Group of Experts (SAGE) on Immunizations, declarou a infecção H1N1 como fase 6 ou pandemia, podem ser iniciadas imediatamente medidas de caráter emergencial de saúde pelo mundo afora, até mesmo em países como a Alemanha, onde o número de casos de infecções H1N1 registrados ou até mesmo somente “suspeitos” podem ser contados nos dedos da mão. O grupo SAGE da OMS deve ser examinado mais atentamente. Seu diretor é desde 2005 o Dr. David Salisbury, chefe do departamento de imunização do Ministério da Saúde britânico. Nos anos 80, Salisbury foi bastante criticado, pois apoiou a vacinação em massa de crianças com a vacina combinada MMR (Caxumba-Sarampo- Rubéola) da empresa que antecedeu a GloxoSmithKline. Justamente essa vacina foi tirada do mercado no Japão, após ter gerado efeitos colaterais em um número considerável de crianças e o governo japonês ter sido obrigado a pagar enormes indenizações. Na Suécia, a vacina MMR foi retirada do mercado quando os cientistas ligaram-na com o aparecimento da doença de Morbus Crohn. Aparentemente o chefe da SAGE, David Salisbury não se deixou impressionar com isso na época. Diretor do conselho da SAGE – OMS é o questionável britânico Dr. David Salisbury (quinto a partir da esquerda).Segundo informações do investigador britânico independente Alan Golding, que conseguiu a liberação dos documentos sobre o caso, foi “introduzido em 1986, no Canadá, o preparado MMR Trivix, que contém a cepa do vírus da caxumba Urabe AM-9, ao invés do MMR I. Nos protocolos dos grupos de trabalhos conjuntos da associação britânica de pediatras (Joint Working Party of the British Paediatric Association) e do Comitê conjunto do grupo para vacinação e imunização (Joint Committee on Vaccination and Immunization JVCI Liaison Group), a 26 de junho do mesmo ano, foi expressa a preocupação com a introdução do MMR na Grã-Bretanha. Esta preocupação foi confirmada rapidamente, pois aumentaram os relatos de casos de meningite asséptica em pessoas vacinadas. Finalmente, no início de 1988, no Canadá, todas as vacinas MMR que continham a cepa Urabe, foram retiradas de circulação. Isso aconteceu ainda antes do Ministério da Saúde do ReinoUnido ter liberado as vacinas que continham o Urabe...” No relatório temos: “Smithkline-French, a empresa farmacêutica, que mais tarde se tornou Smith-Kline- Bencham e produzia na Grã-Bretanha, levou a sério estas questões de segurança e hesitou em pedir a licença para a vacina com Urabe. Como resultado de sua “preocupação”, as crianças poderiam sofrer sérios danos através de algum de seus produtos, eles exigiram que o governo britânico os assegurasse contra possíveis processos criminais, os quais poderiam acontecer devido a possíveis “baixas” em relação com a vacina, cujos riscos para a saúde já eram conhecidos nesta época. Por recomendação do professor Salisbury e dos representantes do Ministério da Saúde, o governo britânico, que estava empolgado em poder fornecer uma barata vacina MMR, cedeu às exigências. Hoje, o mesmo Dr. Salisbury se empenha na utilização mundial da não-testada vacina H1N1, que é produzida pelo mesmo fabricante e que se chama agora GlaxoSmithKline.O último desastre da inventada gripe suínaNa última vez, o governo norte-americano foi confrontado em 1976 com uma nova gripe suína. Milhares exigiram indenização naquela época e alegaram que eles sofriam efeitos colaterais da vacina. Desta vez o governo tomou medidas para evitar processos desde o início, caso novamente milhares de cidadãos americanos venham a sofrer sérias complicações, porque receberam vacinas não testadas. Em 1976, o presidente Gerald Ford que estava preocupado na época com sua reeleição, foi aconselhado pelo chefe do CDC, David Sencer, a promover uma ampla campanha de vacinação em todo o país. Da mesma forma como hoje em dia com a gripe suína H1N1, Spencer fomentou o medo de uma suposta epidemia de gripe como em 1918. é notável que ainda hoje alguns cientistas declarem que os óbitos de 1918-1919 – após o fim da devastadora Primeira Guerra Mundial – se originaram não devido a um vírus, mas sim à campanha de vacinação do governo contra a “gripe espanhola”. Vale mencionar que a Universidade e Fundação Rockfeller estavam no centro dos acontecimentos daquela época.Em 1976, apareceram casos da chamada naquela época gripe suína em soldados no Fort Dix, Estado de Nova Jersey, que provocaram uma vítima. A causa da morte é controversa, pois o soldado adoecido pela gripe foi forçado a participar uma marcha e caiu morto. Sencer solicitou a Ford que iniciasse uma campanha, a qual se revelou posteriormente como um vergonhoso fiasco da história da saúde pública americana. Sencer foi forçado a se demitir finalmente do cargo de diretor do CDC. No escopo daquela campanha, 40 milhões de norte-americanos foram vacinados pelos órgãos públicos. Nunca houve uma pandemia, mas milhares que foram vacinados pediram indenizações por causa de lesão corporal, pois eles contraíram a doença neurológica Síndrome Guillain-Barre ou apresentaram outros efeitos colaterais. Pelo menos 25 pessoas morreram, 500 adoeceram devido à síndrome de Guillain-Barre, uma inflamação do sistema nervoso que leva a paralisias ou até à morte. Houve também outros efeitos colaterais. O governo norte-americano teve que pagar indenizações após as vítimas da vacinação provocaram um escândalo nacional. Em 1976, a vacina contra a gripe suína se mostrou muito mais perigosa do que a própria doença. Sencer foi demitido em 1976 por causa desse fiasco, mas o leite já tinha sido derramado. ____________ _________ _________ _________ _________ _________ _Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! +Buscadoshttp://br.maisbusca dos.yahoo. com[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]------------ --------- --------- ------Arte Real - Grupo de debates sobre Maçonaria.http://br.groups. yahoo.com/ group/Arte_ Real
quinta-feira, 23 de julho de 2009
lupus
23.07.2009 06h07
Medicamento traz esperança para quem sofre de lúpus
UOL
Uma nova esperança para quem sofre de lúpus pode chegar em breve ao mercado. Depois de 50 anos sem novidades nessa área, um medicamento, em fase final de testes, promete um avanço significativo para tratar da doença. Trata-se do Benlysta (belimumab). Segundo Roger Levy, médico do Hospital Universitário Pedro Ernesto (RJ) e ligado à Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), o Benlysta traz três vantagens a quem sofre de lúpus: primeiro, reduz a atividade da doença; segundo, diminui a quantidade necessária de cortisona para seu tratamento; terceiro, abranda os efeitos colaterais. "O medicamento é tão avançado que seria um sucesso se conseguisse qualquer uma dessas três vantagens", diz o médico, ressaltando a importância do Benlysta. Segundo Levy, a previsão é a de que seja requisitada a aprovação do medicamento pelas autoridades da Europa e dos Estados Unidos no início de 2010. "Se aprovado, chegará rápido no Brasil." No entanto, Levy afirma que pode haver atraso. "De repente, eles (EUA e Europa) podem pedir mais estudos."CortisonaA redução do uso de cortisona em pessoas que sofrem de lúpus é visto como uma das principais vantagens por Roger Levy. De acordo com ele, o uso prolongado da cortisona traz vários efeitos colaterais. "Vai de queda de cabelo até fungo na unha do pé. E, claro, pode causar complicações de saúde mais sérias, já que, por exemplo, a pessoa fica mais vulnerável a infecções, a ter catarata e a reter líquidos e ficar acima do peso", explica.
Medicamento traz esperança para quem sofre de lúpus
UOL
Uma nova esperança para quem sofre de lúpus pode chegar em breve ao mercado. Depois de 50 anos sem novidades nessa área, um medicamento, em fase final de testes, promete um avanço significativo para tratar da doença. Trata-se do Benlysta (belimumab). Segundo Roger Levy, médico do Hospital Universitário Pedro Ernesto (RJ) e ligado à Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), o Benlysta traz três vantagens a quem sofre de lúpus: primeiro, reduz a atividade da doença; segundo, diminui a quantidade necessária de cortisona para seu tratamento; terceiro, abranda os efeitos colaterais. "O medicamento é tão avançado que seria um sucesso se conseguisse qualquer uma dessas três vantagens", diz o médico, ressaltando a importância do Benlysta. Segundo Levy, a previsão é a de que seja requisitada a aprovação do medicamento pelas autoridades da Europa e dos Estados Unidos no início de 2010. "Se aprovado, chegará rápido no Brasil." No entanto, Levy afirma que pode haver atraso. "De repente, eles (EUA e Europa) podem pedir mais estudos."CortisonaA redução do uso de cortisona em pessoas que sofrem de lúpus é visto como uma das principais vantagens por Roger Levy. De acordo com ele, o uso prolongado da cortisona traz vários efeitos colaterais. "Vai de queda de cabelo até fungo na unha do pé. E, claro, pode causar complicações de saúde mais sérias, já que, por exemplo, a pessoa fica mais vulnerável a infecções, a ter catarata e a reter líquidos e ficar acima do peso", explica.
segunda-feira, 29 de junho de 2009
cócegas
As cócegas são rápidas respostas a situações de perigo que o homem adquiriu para defender-se, são reações de pânico. Quando algum inseto tentava escalar as pernas do homem de antigamente, eram as cócegas que o faziam perceber e expulsar o bicho.
Não é possível fazer cócegas em si mesmo (propositalmente) porque o cérebro prevê os movimentos antes mesmo que aconteçam, não provocando a sensação de perigo e pânico que incita as cócegas. Quando alguém nos toca, o corpo reage, tornando-se tenso. Porém quando tocamos o próprio corpo, ele não demonstra reação.
Não é possível fazer cócegas em si mesmo (propositalmente) porque o cérebro prevê os movimentos antes mesmo que aconteçam, não provocando a sensação de perigo e pânico que incita as cócegas. Quando alguém nos toca, o corpo reage, tornando-se tenso. Porém quando tocamos o próprio corpo, ele não demonstra reação.
advogado
Advogados não envelhecem...
Recebemos: "É com dupla satisfação que lemos semanalmente seus escritos. Uma verdadeira tribuna da advocacia, em defesa do direito de defesa. Invoco isonomia, pois escrevo esta carta não como seu pai, mas como colega de profissão para narrar algo ocorrido comigo e com meu neto Samir, quando juntos fazíamos uma defesa perante o Tribunal do Júri da Comarca da Lapa, no último dia 20 de novembro.O caso era daqueles rumorosos para a pacata cidade. A vítima, uma pessoa benquista e de uma tradicional família local. Os acusados eram a própria filha da vítima e seu convivente. A filha já tinha sido condenada em julgamento anterior. Restava o julgamento do genro. Aliás, era o quarto júri que se realizava do mesmo acusado, tendo os outros três anteriores sido anulados pelo TJPR.Dia do julgamento, clima tenso, "casa cheia", rito já pelas linhas da nova lei, uma promotora eloqüente e muito bem preparada, predisposta a pedir a pena máxima. Uma juíza presidente, que me permito chamar de nova, pois provinda de um dos últimos concursos para a magistratura (ressalvo que do alto dos meus setenta e nove anos de idade, todos são novos...). A defesa estava trabalhando arduamente neste caso, tanto que é raridade (talvez até algo inédito) uma pessoa ser levada a julgamento pelo júri pela quarta vez. Portanto, a defesa estava muito bem preparada para o embate!Achei estranho quando formulei um primeiro encaminhamento para a presidência e usei termos rotineiros: "excelência, pela ordem..." a juíza disse algo como: "que pela ordem? Aqui está tudo em ordem!" Ponderei que era um termo respeitoso e usual em julgamentos e cerimônias orais e requeri que constasse em ata (indeferido).Daí, para frente, na minha concepção, todos os espaços legais da defesa foram tolhidos de forma escancarada. Restava-me olhar para os jurados e balançar a cabeça em gestos de reprovação e protesto, a cada embate com a jovem juíza.De uma altura em diante, quase fui proibido de balançar a cabeça (em movimento de negação). Para resumir alguns dos absurdos, a presidência deferiu "acareação" entre informantes (não compromissados), não presenciais...A defesa não aparteou a acusação em nenhum momento de suas falas... Quando foi dada a palavra para a defesa treplicar, pretendi falar antes do meu neto e, após rápidas saudações, olhei para os jurados e, em linguagem prosaica: "aqui, estão acontecendo coisas do arco da velha..." A juíza interrompeu-me, a pedido da promotora, dizendo que a defesa "não poderia falar essas coisas" (pensaram que as ofendi chamando de velhas?). Retomando a palavra, na segunda frase da defesa, na tréplica, disse aos jurados que "não se pode confundir justiça com vingança..." Novamente a juíza interrompeu a defesa dizendo que "não poderia falar essas coisas", ao que a defesa ponderou em tom jocoso: "Então o que é que pode falar excelência?" Ato contínuo, pedi respeito aos espaços da defesa e ao livre exercício da nossa profissão, quando tive a palavra cassada e determinado, pela juíza, para que dois oficiais de justiça me retirassem do plenário... Naquele instante, eu e meu neto nos retiramos interrompendo o julgamento (sob prantos do acusado que estava inseguro e amedrontado clamando: "tenho filhos, tenho filhos..."). Alguns minutos após, a juíza mandou prosseguir o julgamento com retorno da defesa e ânimos mais serenados. Resultado: o acusado foi absolvido!Abro o espaço solicitado pelo colega e também com um incontido orgulho de filho. Parodiando os meteorologistas, tenho um pai com setenta e nove anos, mas com "sensação térmica" de quarenta. Sinceramente, acho desnecessário o desagravo. A sociedade paranaense, pelo seu Corpo de Jurados da Lapa, após tudo presenciar e avaliar, fez isto da forma mais contundente e genuína, acolhendo a tese da defesa e absolvendo o acusado...Com todo o respeito, pelo que o conheço desde a metade do século passado, com o detalhe de três júris anulados e a absolvição no caso narrado, o senhor também não deve ter dado nenhuma folga para a juíza e promotora... Devo minha profissão aos seus exemplos! Obrigado por tudo... No dizer de Mauro Viotto: "Advogar não foi feito para quem tem espinha mole".
Elias
Recebemos: "É com dupla satisfação que lemos semanalmente seus escritos. Uma verdadeira tribuna da advocacia, em defesa do direito de defesa. Invoco isonomia, pois escrevo esta carta não como seu pai, mas como colega de profissão para narrar algo ocorrido comigo e com meu neto Samir, quando juntos fazíamos uma defesa perante o Tribunal do Júri da Comarca da Lapa, no último dia 20 de novembro.O caso era daqueles rumorosos para a pacata cidade. A vítima, uma pessoa benquista e de uma tradicional família local. Os acusados eram a própria filha da vítima e seu convivente. A filha já tinha sido condenada em julgamento anterior. Restava o julgamento do genro. Aliás, era o quarto júri que se realizava do mesmo acusado, tendo os outros três anteriores sido anulados pelo TJPR.Dia do julgamento, clima tenso, "casa cheia", rito já pelas linhas da nova lei, uma promotora eloqüente e muito bem preparada, predisposta a pedir a pena máxima. Uma juíza presidente, que me permito chamar de nova, pois provinda de um dos últimos concursos para a magistratura (ressalvo que do alto dos meus setenta e nove anos de idade, todos são novos...). A defesa estava trabalhando arduamente neste caso, tanto que é raridade (talvez até algo inédito) uma pessoa ser levada a julgamento pelo júri pela quarta vez. Portanto, a defesa estava muito bem preparada para o embate!Achei estranho quando formulei um primeiro encaminhamento para a presidência e usei termos rotineiros: "excelência, pela ordem..." a juíza disse algo como: "que pela ordem? Aqui está tudo em ordem!" Ponderei que era um termo respeitoso e usual em julgamentos e cerimônias orais e requeri que constasse em ata (indeferido).Daí, para frente, na minha concepção, todos os espaços legais da defesa foram tolhidos de forma escancarada. Restava-me olhar para os jurados e balançar a cabeça em gestos de reprovação e protesto, a cada embate com a jovem juíza.De uma altura em diante, quase fui proibido de balançar a cabeça (em movimento de negação). Para resumir alguns dos absurdos, a presidência deferiu "acareação" entre informantes (não compromissados), não presenciais...A defesa não aparteou a acusação em nenhum momento de suas falas... Quando foi dada a palavra para a defesa treplicar, pretendi falar antes do meu neto e, após rápidas saudações, olhei para os jurados e, em linguagem prosaica: "aqui, estão acontecendo coisas do arco da velha..." A juíza interrompeu-me, a pedido da promotora, dizendo que a defesa "não poderia falar essas coisas" (pensaram que as ofendi chamando de velhas?). Retomando a palavra, na segunda frase da defesa, na tréplica, disse aos jurados que "não se pode confundir justiça com vingança..." Novamente a juíza interrompeu a defesa dizendo que "não poderia falar essas coisas", ao que a defesa ponderou em tom jocoso: "Então o que é que pode falar excelência?" Ato contínuo, pedi respeito aos espaços da defesa e ao livre exercício da nossa profissão, quando tive a palavra cassada e determinado, pela juíza, para que dois oficiais de justiça me retirassem do plenário... Naquele instante, eu e meu neto nos retiramos interrompendo o julgamento (sob prantos do acusado que estava inseguro e amedrontado clamando: "tenho filhos, tenho filhos..."). Alguns minutos após, a juíza mandou prosseguir o julgamento com retorno da defesa e ânimos mais serenados. Resultado: o acusado foi absolvido!Abro o espaço solicitado pelo colega e também com um incontido orgulho de filho. Parodiando os meteorologistas, tenho um pai com setenta e nove anos, mas com "sensação térmica" de quarenta. Sinceramente, acho desnecessário o desagravo. A sociedade paranaense, pelo seu Corpo de Jurados da Lapa, após tudo presenciar e avaliar, fez isto da forma mais contundente e genuína, acolhendo a tese da defesa e absolvendo o acusado...Com todo o respeito, pelo que o conheço desde a metade do século passado, com o detalhe de três júris anulados e a absolvição no caso narrado, o senhor também não deve ter dado nenhuma folga para a juíza e promotora... Devo minha profissão aos seus exemplos! Obrigado por tudo... No dizer de Mauro Viotto: "Advogar não foi feito para quem tem espinha mole".
Elias
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